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quinta-feira, 24 de março de 2011

AUTO-ESTIMA E O SEXO: TEM ALGUMA RELAÇÃO?

Créditos da imagem: Homemalpha

AUTO ESTIMA TEM TUDO A VER COM SEXO....
Nos últimos anos os casais estão demonstrando maior preocupação em melhorar o prazer sexual.

A sexualidade humana engloba emoções, afetos, sensações, e também o  ato sexual. Dessa forma, sentimentos e pensamentos influenciam e muito as vivências sexuais.

E o que é auto-estima? Segundo o dicionário on line priberam é "Apreço ou valorização que uma pessoa confere a si própria, permitindo-lhe ter confiança nos seus atos e nos seus pensamentos".

Quando uma pessoa diz que está com a auto-estima baixa, quer dizer que apresenta sensações de  inadequação, de culpa, vergonha, ausência de confiança e amor-próprio. Sendo assim, o que será atingido não é somente a relação sexual, mas toda a vida.

Fatores importante para a sexualidade humana são a auto-estima, auto-imagem e auto-conceito. Isso porque a forma como VOCÊ se valoriza interfere em como irá exercer na sua sexualidade.

A auto-estima está em conjunto com a confiança do indivíduo em sua capacidade para pensar e enfrentar os desafios da vida e a percepção de si mesmo como pessoa merecedora de felicidade e qualificada para expressar desejos e necessidades.  Sendo assim, se a pessoa tem consigo um sentimeto muito forte de menos-valia, pode não ter prazer sexual por não se sentir no direito de reivindicá-lo.


Um ponto de atenção é que as queixas e sintomas sexuais podem, ser expressões de baixa auto-estima. Isso é expressado, por exemplo, quando uma pessoa não tem uma boa relação consigo ou com seu próprio corpo.


É o caso de mulheres que não conseguem ter orgasmo porque não estão satisfeitas com o corpo que têm, e se preocupam excessivamente com a aparência na hora da relação sexual. Muitas destas mulheres só mantem relação sexual com as luzes apagadas, pois ficam preocupadas se o o parceiro está reparando suas estrias, celulites, cicatrizes etc.

A vergonha ou receio de pedir ao parceiro que a estimule de outra forma também acaba influenciando,  mesmo porque algumas nem sabem identificar como gostariam de ser tocadas, pois não se masturbam solitariamente para conhecer seu corpo, e por isso acabam  mantendo relações pouco agradáveis.

As caracteristicas comuns nessas mulheres são: grande necessidade de sentir-se amada e de agradar ao parceiro, medo de fazer solicitações, dificuldades com o corpo e aceitação do que não gosta ou não quer.
Mas não são somente as mulheres que sofrem esse mal, os homens também apresentam dificuldades causadas pela baixa auto-estima, são eles: * Sentimentos de incompetência, de ser menos "homem" ou menos viril, grande cobrança interna, comparação com outros homens e insatisfação com a fragilidade.

Alguns ficam tão ansiosos e preocupados com seu desempenho sexual, pois acreditam que irão "falhar", que acabam apresentando dificuldades de ereção. Esta antecipação do fracasso são muito comuns, que normalmente levam a disfunções sexuais, e que na maioria das vezes são causados por insegurança e baixa auto-estima.

A Psicóloga especialista em Psicoterapeuta Sexual Graziella Lima afirma que um mecanismo que facilita no aumento da auto-estima para relação sexual é a estimulação das fantasias sexuais que fortalecem a relação, para complementar  é necessário que o casal converse sobre o sexo, para haver essa aproximação. Fantasiar em conjunto com o parceiro, também é uma opção cada um pode complementar a história de forma que ao final será bem estimulante para  ambos.
 
Temos que explorar este recurso que é exclusivo do ser humano, somente o animal humano fantasia, faz jogos sexuais e além disso tem relação sexual mesmo quando não estamos em período fértil, isso porque o sexo já deixou de ser só para procriação.
 
Neste jogo sexual vocês poderam descobrir o que é estimulante para seu parceiro e identificar o que mais te excita, deixando de lado os preconceitos e tabus que podem interferir na vida psicológica, inclusive afetando a autoestima, e refletindo na parte física. 
 
As fantasias sexuais contribuem para fazer com que a pessoa vivencie sua sexualidade de uma forma mais saudável e natural. Alguns artigos que podem contribuir para essas fantasias são brinquedos eróticos, acessórios, “roupinhas” específicas ou cenários inusitados. Inclusão de mel, leite condensado, frutas e outros para um pic nic sensual pode apimentar a relação.
 
Os homens podem também utilizar um figurino, vai a sugestão do que as mulheres gostam: uniformes de salva-vidas, professor de ginástica, bombeiros, garçom e policiais. Alguns estão ligados ao estereótipo de homens fortes, viris, que as servem e esportistas.

E os homens gostam que as mulheres vistam: enfermeira, colegial, aeromoças, secretárias, empregadas domésticas e até prostitutas.

ESQUEÇA OS PRECONCEITOS, ELIMINE OS MITOS E TABUS E ENTRE NO CLIMA.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

NEM TE CONTO por Gata Molhada

Créditos da imagem: Blog Man

Sou conhecida como gata molhada, por quê? Assim que te contar essa história vai entender.
Resolvi sair a noite passada para uma festa a fantasia, meu namorado acabara de me dar um pé na bunda e eu estava deprê. A festa era num sítio um pouco afastado do centro, na verdade era um super sítio, uma mansão enorme, com piscina, um jardim lindo.
Combinei de encontrar com umas amigas, mas acabei me atrasando, então elas foram na frente e eu acabei tendo que pegar um táxi.

Não sei bem o que estava acontecendo comigo, normalmente sou fria e nem penso em sexo, mas naquele dia não parava de pensar em pornografias, desde a escolha da minha fantasia curta e provocante de mulher gato de sainha e uma lingerie provocante, como se já estivesse pensando em provocar alguém com ela.
Créditos da imagem: Bymk
Eu estava tão doida que fiquei excitada com a voz grossa do taxista, ele era lindo cheiroso e depois de alguns minutos de conversa, fiquei de olhos fechados imaginando aquela voz me chamando de gostosa ao pé do ouvido. Quando abri os olhos percebi que ele me observava pelo retrovisor com um cara de safado e um olhar provocante.

Fiquei pensando: “será que eu gemi enquanto pensava?” continuei a conversa como se nada estivesse acontecendo e fiquei sabendo que ele não era taxista, que só estava substituindo o pai, que na verdade era estudante de fisioterapia e que tinha ajudado a organizar esta festa na mansão, aproveitou para me garantir que seria ótima.

Fiquei curiosa e perguntei qual era sua fantasia, disse que ia de gato de botas...
ELA: como é?
ELE: só ia de botas, uma espada, chapéu, capa e de sunga preta.

Fiquei imaginando como seria essa delícia fantasiada de gato de botas, e me chamando de gostosa.
Quando assustei estava na porta da festa, pensei: “comecei muito bem a noite”. Antes de descer ele perguntou se eu queira que me buscasse na festa mais tarde, respondi que talvez ia embora com umas amigas, mas peguei um cartão com telefone e disse que se precisasse dos seus serviços ligaria... rsrsr

Desci do carro e coloquei a máscara para entrar na festa. Estava tão molhada que corri para o banheiro para ver o que estava acontecendo, porque era uma quantidade absurda de líquido nas minhas coxas.

Ao sair do banheiro procurei minhas amigas, mas como não sabia qual era suas fantasias desisti e fui beber um drink. Resolvi relaxar e beber um vodka, e observava as fantasias originais (o que tinha de sexy shop, enfermeira, bombeira, e noivinha... nossa).
Enquanto olhava a pista de dança, vi um bombeiro, pensei: “esse é gogoboy”, a sua calça tinha aqueles velcros na lateral e a cara de safado envolvia qualquer uma.Ele estava me excitando pelo gingado e me levantei para dançar perto dele. Que homem charmoso e com aquela cara de safado, fiz questão de olhar bem no fundo dos olhos daquele safado. Quanto mais eu insistia, mais excitada ficava, eu tava doida, rebolava e senti aquela coisa dura enconstando na minha bunda, dei uma olhadinha para trás e sorri, certifiquei que era ele, e continuei fazendo um movimento para cima e para baixo como se estivesse pincelando em sua pica com minha bunda redonda e gostosa.
O DJ parou a música e colocou forró, achei que tinha perdido a oportunidade de continuar relando naquela piroca gostosa, mas ele me puxou pela mão e chamou para dançar com ele, foi inevitável, olhei para o volume da calça e só pensava em chupar e sentir sua pica dura entre meus lábios. Ele me puxou forte contra seu peito e começamos a dançar no rela-rela, estava respirando fundo de prazer e mordiscando o pescoço dele dando cheiro no cabelo e sentindo a respiração dele em minha nuca quando me rodava, fiquei tão arrepiada que ficava me retorcendo, grudei no seu peito e fui subindo pelo pescoço e parei de frente sua boca.

Você deve estar se perguntando se nos beijamos...
Mas é claro que sim. Segurava com tanta intensidade em sua nuca e cabelos e ele na minha bunda, que me foi levantando e abraçando até chegar num canto.

Parecia que eu tinha saído do meu corpo, não ouvia mais a música, não via as pessoas, a única coisa que sentia era o corpo dele no meu, seus braços fortes me apertando e me derretendo de tanto tesão, derretendo literalmente já que estava toda molhada.
Ele levantou a minha saia, afastou  minha calcinha e quando encostou na xana falou no meu ouvido “humm que delícia, molhadinha, eu quero te chupar todinha” depois de um arrepio devastador ele colocou minha mão no seu mastro, estava duro bem firme, sentia cada volta, nunca vi um cacete tão firme e pensei: “coitado do meu ex perto desse, ele só ficava meia bomba, mas agora não é hora de pensar naquele inútil”.
Ele me levou para o andar de cima, entramos em uma suíte linda e trancou a porta.
Ele me carregou no colo até a sacada, me agarrou de costas e falou que queria me comer ali pra todos verem, só que não tinha ninguém no jardim. Logo percebi que ele era exibicionista e que fantasia era essa. Rsrs.

Então resolvi entrar no jogo. Sentei na beirada da sacada segurei firme, arreganhei as pernas e pedi que me chupasse bom gostoso.  Quando chegou bem perto  e senti sua respiração na minha buceta, fui nas nuvens, quando encontrou a língua molhada dando uma lambida de uma ponta a outra, senti meu grelo tremer.

Apertei sua cabeça contra minha xana, porque não estava aguentando de tesão, desci da beirada, ajoelhei e chupei aquela pistola dura que já estava cheia de tesão.

Ele urrou como nunca vi, passava os lábios molhados e macios pela cabeça e a língua por toda piroca. Senti que ele iria gozar a qualquer momento, quando me pegou pela nuca, me levantou e chupou meus peitos com muita vontade, parecia que ia engoli-los. Mordiscava os bicos e deixava-os durinhos, enquanto isso me excitava com os dedos no meu grelo.
Nunca tinha sentido coisa igual, que lugar era esse que ele tocava, que eu sentia tanto tesão? Molhava tanto de prazer que peguei seu cacete duro e enfiei na buceta, entrou gostoso e ele não esperava por isso, mas reagiu bem. Me carregou com as pernas encaixadas na sua cintura e me levou até a cama. Mexia como ninguém, do mesmo jeito que rebolava bem dançando, eu ficava cheia de prazer, metia gostoso na tentativa de diminuir meu fogo que só subia.
Fizemos mais posições que o Kama Sutra, para mim tudo era tão novo que parecia que era minha primeira vez, porque foi nesse dia que descobri o que era orgasmo. (Uma sensação louca, meu corpo  tremia, senti uma descarga correndo no meu corpo, meu grelo inchado de tanto prazer, e minha buceta  se contraia como se mastigasse e engolisse a piroca dele).
Mesmo depois de sentir tanto prazer queria mais, queria vê-lo gozar, pedi que tirasse a camisinha e gozasse na minha barriga e assim ele fez, o gozo foi tão forte que foi até meu peito.
 
Enquanto isso eu via aqueles braços, peitos e barriga fortes, me dava vontade de morder tudo. Eu estava morta de cansaço, meu grelo já estava inchado de tesão e muito sensível, mas minha buceta estava tão molhada que escorria até meu ânus. Ele alisava espalhando o melado com o dedo por toda minha bunda, nunca pensei que sentiria prazer com isso. Depois com seu cacete passava só pelo lado de fora eu sugava ele para dentro do meu cu.
 Ele colocou o dedo com alguma coisa que não vi, mas acredito que seja alguma pomada anestésica, pois eu sentia prazer e não sentia dor, na hora achei que o tesão estava tão grande que eu nem nem percebia a dor.
 Pensei: "como sou safada". Foi aí que ele colocou a camisinha, enfiou primeiro o dedo e rodava, com a outra mão estimulava meu grelo. Tirou o dedo do meu cu e foi colocando o caralho bem devagar. Quando eu começava a contrair ele parava e esperava eu acostumar para continuar. E foi aí que perdi minha virgindade anal. Muito mais gostoso que minha primeira metida. Quando gozou, aumentou o movimento do dedo no meu grelo e veio o orgasmo... eu urrei tão alto de prazer que até me espantei.
 Quando terminamos estava tão cansada, ele me beijou com intensidade, me carregou, e disse que eu precisava de um banho para relaxar.
Ao terminarmos, me vesti, sai do quarto e encontrei minhas amigas, elas perguntaram o que aconteceu comigo, eu disse: “meninas, nem te conto”, foi quando ele abriu a porta me deu um beijo e disse que queria me ver mais tarde.

Elas ficaram me olhando espantadas e perguntando como eu tinha conhecido o dono da casa um dos caras mais cobiçados da região, não dei idéia, pois ainda estava espantada com tudo que estava rolando.

Fomos embora e a caminho de casa me contaram que na festa havia telões com imagens dos quartos, em todos rolando sexo a noite toda, não dava para identificar quem era, como se fosse uma espécie de concurso, onde os convidados da festa votavam nos melhores, por volta das 5 da manhã divulgaram os ganhadores, gata molhada e o bombeiro safado, eles não apareceram para receber o prêmio, mas pelo que descreveram foi uma bela performance. 

Fingi que não sabia o que elas estavam falando, mas a cada explicação eu me excitava ao lembrar do bombeiro safado. Quando nos despedimos e cheguei em casa, abri minha bolsa e vi um bilhete que dizia: “minha noite foi maravilhosa, nunca senti tanto tesão, eu quero você de novo, me liga que te busco em casa, beijos”. Na sequencia o número do seu telefone.
E aí? O que acham, eu ligo ou não ligo?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

DISPAREUNIA - TEMA SUGERIDO POR SEGUIDORES

 
Créditos da imagem: meteleco

A dispareunia segundo Seixas (2008) e Lopes (1994) é um processo que caracteriza-se por algia coital, ou seja, dor na relação sexual sem motivo orgânico, sendo mais frequente em  mulheres. O medo de sentir dor deixa a mulher tensa, alterando nas fases do desejo, da excitação, do orgasmo e da resolução diminuindo o prazer sexual.

A dor aparece como ardor, dor cortante, queimação ou contração, pode ser externa, na vagina, na bexiga, no útero na cérvix.(...) a dispereumia pode ser transitória (acontece às vezes), permanente (sempre surge) ou adquirida (surge depois de um tempo), generalizada (aparece com todos os parceiros sexuais e em todas as circunstâncias) ou situacional (ocorre com determinado parceiro sexual, com certo tipo de estímulo ou num contexto específico), podendo gerar um vaginismo (SEIXAS, 2008, p.22-23).

Masters, Johnson e Kolodny mencionam que apenas 1 e 2% das mulheres apresentam dispareunia como um sintoma permanente, mas cerca de 15% da população feminina sente alguma dor genital durante o coito.

A dor genital pode aparecer antes, durante ou depois do coito, pode acontecer em homens e mulheres, mas nos homens somente em casos raros.

É importante descartar as causas orgânicas, para isso é necessário uma consulta ginecológica. Este problema pode acontecer em qualquer idade, e com variações de ardor, dor cortante, queimação ou contração.

É importante delimitar a zona específica da dor, se é interna ou externa ou em que parte da vagina ocorre, ou seja, se é na bexiga, no útero, no colo uterino, intróito, ou na região média.

Além do tipo de dor e localização, é necessário identificar duração, intensidade, início e término da sensação de dor. Realizar um bom diagnóstico é essencial, para não haver confusão já que este problema pode alterar desejo, excitação e o orgasmo e confundir o diagnóstico. Esta confusão vai influenciar no tratamento, dificultando na recuperação, não alcançando o objetivo que é ajudar o paciente a alcançar uma relação sexual satisfatória.

É necessário identificar o sintoma como transitório, permanente, situacional ou generalizado. Ou seja, Saber se acontece as vezes, sempre, ocorre com determinado companheiro sexual, determinado tipo de estímulo ou num contexto específico ou se surge com todos os parceiros sexuais e em todas as circunstâncias.

VERDIER(2001) cita o DSM-IV para definir os critérios diagnósticos para dispareunia F52.6 (302-76):

  • Critério A: dor genital associada com o intercurso sexual;

  • Critério B: A perturbação deve provocar acentuado sofrimento ou dificuldade, dores leves a mais agudas, a dor pode ser superficial durante a penetração ou profunda durante os movimentos do coito.

  • Critério C: não se deve apenas ao vaginismo, ou falta de lubrificação, nem os efeitos de drogas, fármacos ou enferimidade médica. Não se considera dispareunia a dor ocasional durante o coito, desde que não seja persistente e nem cause mal estar ou dificuldade na relação interpessoal.

Temos que levar em consideração os subtipos:


- Transtorno existe desde o início da vida sexual;

- Aparece depois de um período de vida sexual normal;

- O transtorno não se limita a certa classe de estímulos, situações ou parceiros;

- Limita-se a determinado contexto;

- Devido a fatores psicológicos ou doenças médicas.

Afastadas as causas orgânicas teremos etiologicamente os fatores psicogênicos, geralmente ligados ao comportamento agressivo da mulher em relação ao homem, conflitos de identidade e de papel sexual e quadros fóbicos (caso de estupro anterior), que resultam na impossibilidade do ato sexual pela dor e inviabilizam a manifestação do papel sexual feminino.


Verdier (2001) diz alguns hábitos, comportamentos ou situações particulares que podem causar dispareunia:

- Irritação por produtos químicos anticoncepcionais: geléias, cremes, espumas supositórios.

- Inflamação devido ao material do diafragma e dos preservativos;

- Inflamação por manter o diafragma por um período maior do que o necessário;

- Excesso de higiene vaginal;

- Irritação genital por roupa íntima de náilon e calças muito apertadas;

- Fármacos e drogas que causam ressecamento, como anti-histamínicos, sedativos e maconha;

- Dermatite química por sabonete ou sprays perfumados;

- Utilização de DIU.



ATENÇÃO: É importante que os homens compreendam que não se trata de "FRESCURA", e que este problema acaba afetando todo o envolvimento sexual do casal.

A mulher ao perceber que está sentindo dor na relação sexual, deve procurar um ginecologista para descartar as causas orgânicas; Caso permaneça, procure um PSICOTERAPEUTA SEXUAL para ajudá-la a resolver o problema antes que agrave.

Créditos: clearpassage

A colaboração e participação do parceiro no tratamento de dispareunia favorece a melhora.

REFERÊNCIA:

SEIXAS, Ana Maria Ramos. Disfunções sexuais femininas. In: ABDO, Carmita H. N. História da sexologia. In: Ciência e vida psique edição especial. Como vai a sua vida sexual? 2008, ano III nº 9 editora escala

LOPES, Gerson(org). Patologia e terapia sexual. Rio de Janeiro: MEDSI, 1994. 236p

VERDIER, Virginia Martínez. Dispareunia. RODRIGUES JR. Oswaldo M (org.). Aprimorando a saúde sexual: manual de técnicas de terapia sexual- São Paulo: Summus, 2001.



Esta disfunção sexual na qual mais frequentemente encontramos causas orgânicas, as mais comuns são:
1- Processos inflamatórios: (da vulva e da vagina), colpite (inflamação do colo uterino) ou anexite (inflamação das trompas, dos ovários ou dos ligamentos suspensores do útero).
2- Modificações anatômicas da vagina: a vagina apresenta alterações de suas dimensões normais, tais como malformações vaginais (vagina dupla, septada, etc), ou consequências de cirurgias vaginais ou por traumas.
3- Alterações funcionais da vagina: durante o ciclo de resposta sexual, na fase de excitação, a vagina alonga-se e alarga-se, permitindo assim melhor acomodação do pênis. Como consequência de uma infecção ou de uma cirurgia, pode ocorrer que restem cicatrizes vaginais que dificultem ou impeçam tal dilatação. Exemplo: remoção do útero ou amputações do colo uterino.
4- Alterações tróficas da parede vaginal: em algumas condições, onde exista acentuada baixa da taxa de estrógenos, como ocorre na pós-menopausa, as paredes vaginais ficam mais finas e frágeis, tornando dolorosa sua dilatação.
5- Tumores pélvicos ou abdominais: que possam criar condições que dificultem a distenção da vagina durante o processo de excitação. Exemplo: miomas uterinos.

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