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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Rapidinha na boate por Júlio, 28 anos


Todo sábado, eu e uns amigos nos encontrávamos em uma boate para colocar o papo em dia e, claro, arranjar uma transa para a noite. Naquele dia, não foi diferente e a festa prometia mulheres deliciosas.

Chegamos lá e, depois de algumas cervejas e risadas, partimos para o ataque. Fiquei observando o pessoal até que encontrei meu alvo: uma morena alta, bumbum farto e calça justa, que estava acompanhada por uma loira não menos gostosa. Cheguei investindo, joguei um xaveco furado, mas a morena me dispensou na hora.

Resolvi não desistir e fiquei encarando a morena, que mal olhava pra mim. De repente, percebi que a loira que estava  ao lado estava me secando. devolvi o olhar pra ela e aquela mulher começou a me provocar. Como ela estava com um vestido preto curto, começou a dançar e a passar as mãos nas coxas e nos seios, mordendo e passado a língua nos lábios.

Quando começou uma música mais sensual, ela me chamou. Obedeci prontamente e, quando cheguei perto, ela me agarrou e de deu um beijo de lingua. Começamos a dançar e ela comelçou a apertar meu bumbum e mordiscar minhaorelha. Ficamos nos acariciando até que de repente, ela apalpou meu pênis e percebeu que ele estava em ponto de bala. Sorriu e disse no meu ouvido: "vamos para o banheiro faminino." Saímos correndo, entramos no banheiro e nos trancamos em uma das portinhas. Ela tirou meu pênis da calça, pôs uma camisinha com a boca e começou a fazer controlar, mas acabei soltando uns gemidos e vi que algumas mulheres começaram a espiar.


A loira levantou e disse: "estou sem calcinha, quero transar agora!" Para obedecê-la, foi o tempo de erguer o vestido dela e apoiá-la na parede. Comecei a penetrá-la, ela gemia e pedia mais! Fui ficando mais excitado e comecei a fazer mais rápido e com mais força. Com a sensação de alguém estar olhando, não demorou para que eu e ela gozássemos.
Então, entrou um segurança e pediu para gente sair. Obedecemos prontamente e nos separamos. Às vezes, eu a encontro na boate, dançando e provocando os homens. quem sabe, um dia desses, a gente repete a dose...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A farsa do professor e da aluna



Imaginar uma situação como esta costuma excitar muito os dois parceiros... Pense como se fosse o roteiro de um filme:
Ela é nova nesse colégio e hoje é seu primeiro dia de aula, portanto, arruma-se de modo especial. Veste-se de colegial com minissaia escocesa e blusa branca - talvez muito apertada em alguns lugares estratégicos- e nos cabelos faz duas tranças laterais ou maria-chiquinhas.


Como aluna aplicada, senta-se na primeira fila e, atenta, espera o professor chegar. ele chega vestido de terno e gravata, e trazendo uma pasta.


Assim que se coloca atrás da mesa para começar a aula, crava os olhos nela. Sem preâmbulos, começa a exposição, porém, não tira os olhos dela, como se o resto da classe não existisse.

Quando termina a aula, está guardando seus papéis para ir embora quando a moça aproxima-se de sua mesa. Ele mantém a cabeça baixa e não olha para ela. Os outros alunos estão saindo da classe, e ninguém presta atenção nos dois.

Ela se dirige a ele com uma voz suave, enquanto pega um tubo de brilho labial transparente e o aperta para sair o líquido, com o qual unta os lábios  de modo sensual. Então, diz que é difícil concentrar-se em sua aula e que acha que vai ter problema com sua disciplina. Ele não consegue acreditar: ela parece uma moça tão... inteligente. Mas ela insiste que vai precisar de um apoio pedagógico, e sugere que subam até a sala dos professores.

Acha que 5 minutos bastariam... para começar. Aquele é um momento especial: a classe está completamente vazia, e ela cruzou as pernas, balançando suavemente os joelhos com movimentos circulares. Ele perguntou em que tipo de aulas particulares está pensando e, então, ela, dengosa, estica o braço e começa acariciar a gravata dele de um modo sugestivo, enquanto diz com voz manhosa: "Tenho certeza de que você saberá me orientar sobre alguns aspectos. Creio que preciso de sua orientação". Com a outra mão, começa a brincar com o ziper da calça dele, baixando-o um pouco e depois subindo-o. Já começa a sentir o volume da calça e coloca a mão com toda vontade e gula, demonstrando seu desejo e curiosidade de sentir a virilidade.

O professor um pouco assustado com a ousadia da aluna gostosa, tenta afastar, mas ela o pressiona na parede e aproxima seus seios durinhos do seu corpo, deixando-o maluco de tesão. Ela deslisa seus seios pelo corpo dele, e aproxima seu rosto na altura do seu pau duro, ela abre o ziper, tira o pau rigido para fora da calça e começa a fazer um sexo oral tão bom que ele nunca havia experimentado. Desconhecia os movimentos que ela fazia com a lingua e com os lábios, sentia a umidade e o calor da saliva e procurava segurar a vontade de gozar que era forte. Quando ela intensificou os movimentos, ele não conseguiu segurar, gozou intensamente na sua boca, ela gostou tanto que engoliu tudo.

Levantou, virou de costas para ele, e foi surrando a bunda no pênis que estava meio flácido, mas logo respondeu a provocação, quando a aluna percebeu que estava com a pica dura na sua bunda, provocou rebolando com toda sua sensualidade, subindo e descendo, "pincelando", virou de frente para ele, deu um beijo provocante, ele havia esquecido onde estava, já com as duas mãos pregadas na sua bunda, trazia ela forte para seu corpo enquanto esfregava seu tesão.

Depois do beijo, escutou umm amiga chamando, disse que precisava ir, e que na próxima aula, ela queria muito mais...

Ele ficou parado olhando enquando ela saia da sala dos professoes arrumando a calcinha que estava enfiada. mandou um beijinho e saiu com aquela cara de safada. Pensou nas loucuras que tinha feito durante toda a noite, louco pra encontrar a aluna de novo, pensando no que ela era capaz de fazer...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

VAMOS FALAR DE SEXO

Crédito da imagem: bloglog.globo


Os sábios dizem que ao fazer a escolha do seu parceiro(a) deve levar em consideração o diálogo que vocês tem, pois quando chegar a terceira idade é o que vai restar. Nesta fase a beleza já não importa, o sexo já não é mais o centro da relação como muitos jovens pensam, e passamos a valorizar um bom papo.

Os casais brasileiros não tem o hábito de conversam sobre sexo, algum quando tem que verbalizar sentimentos apresentam dificuldade, e quando o tema é desempenho sexual? Piorou.

O Instituto Tendencias Digitale realizou uma pesquisa  com 13 mil homens e mulheres de 11 países da América Latina e constatou que menos da metade dos casais têm coragem de conversar sobre sexo.

No Brasil, 58% dos entrevistados disseram ter esse problema.

A psicóloga, sexóloga e coordenadora do Projeto AmbSex, Carla Cecarello tras alguns dados importante:

- Os casais não abordam este assunto por medo de magoar o parceiro. "A mulher, ao manifestar o que não gosta ou o que gostaria que o outro fizesse, dá a entender que ela não está feliz com a vida sexual que está levando";

- São as mulheres que lotam os sex shops atrás de novidades para apimentar a relação. "Isso chega a ser um pouco contraditório, mas são momentos diferentes. Como dialogar é difícil, a mulher prefere comprar algum ‘adereço’ para que o parceiro possa entender o que ela quer";

- O homem nem sempre tem tempo ou paciência para ouvir a parceira. Desse modo, o ‘brinquedo’ facilita a comunicação verbal. "Ela pode comprar o objeto e depois faz uma sondagem, procura saber o que ele achou e se há chance de dar continuidade. Ou seja, ela mesma cria a oportunidade de mostrar o que gosta de fazer".

O estudo revelou que das quase 5.000 mulheres solteiras e casadas entrevistadas, 81% delas afirmaram praticar sexo casual para descobrir a própria sexualidade. Ou seja, não se tocam ou se masturbam individualmente para reconhecer as sensações e nomear o que a agrada ou desagrada.

Carla avalia que a mulher raramente reclama da posição sexual adotada, a menos que não goste. O que ela tem mesmo vergonha de pedir é um pouco mais de romantismo por parte do parceiro. "Ela gosta que o homem prepare o ambiente, que proporcione um clima mais especial, sabe? Como uma penumbra, vela, música, uma roupa. Outro pedido é que o homem capriche e demore um pouco mais nas preliminares, por meio de toques e da fala", revela.

Na maioria dos casos, Carla conta que os parceiros preferem permanecer frustrados. E quando decidem dialogar, o conteúdo da conversa costuma ser bastante pobre. "Os mais jovens apresentam mais abertura para debater sobre sexo. Já os que têm mais tempo de relacionamento se acomodam, acham que a companhia do outro é o bastante", critica.

Uma dica importante é que os casais se esforcem para falar de sexo, começem de forma sutil, quem sabe ler contos eróticos e depois construir um com a cara do casal, ou até mesmo ao final da leitura comentarem sobre o que acharam e as cenas que mais deixou excitados.
Segue indicação de conto: ENCOXADA NO ÔNIBUS por Casado Tatuado e mais 9 outros.

Uma boa saída é construir jogos eróticos, uma sugestão é fazer o pic nic erótico.

FONTE: http://vilamulher.terra.com.br/vamos-falar-de-sexo-3-1-31-510.html

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

DAR OU NÃO O CU?... DOR OU PRAZER ?

Crédito da imagem: Arte do prazer.


Pois bem, como já relatei aqui em, minha primeira tentativa de dar foi interessante, divertida, mas traumática. Dos 16 aos 31 eu quis tudo na cama, menos sexo anal. Confesso que cheguei a pedir a um namoradinho que muito amei que o fizesse, mas ele tinha pavor de comer cu, disse que não tinha nada mais nojento e broxante. Com ele experimentei muita coisa, mas dar o cu que é bom, nada!

Um belo dia, navegando em um site de relacionamentos que eu era associada, uma janelinha se abre e comenta:

- Você tem a boca linda, aliás, deliciosamente tentadora.
Aquele comentário, deliciosamente tentadora, me fez parar o que estava fazendo e dar alguma atenção ao rapaz. Adorei a expressão. E papo indo e vindo, descobrimos um monte de coisa em comum apesar de uma vida completamente diferente. F. era médico, pouco mais novo que eu, morava em uma cidade próxima, vivia sem tempo, como eu também, mas… Ele era um delicioso safado e nossas conversas foram ficando cada vez mais quentes, inicialmente pela internet, depois pelo telefone. Ele tinha verdadeira tara por cu, ménage com meninas e xotas raspadas, completamente depiladas. Fantasias bem comuns, aliás. Lembro que algo que marcou as nossas conversas era o fato dele, depois de ter visto fotos minhas de roupa mesmo, e perceber minha bunda arrebitada, sempre começar a nossa conversa com:

- Dá o cu pra mim, B…

E eu saía pela tangente, ria, dizia que era território intocado, depois abri o jogo e contei a história do trauma da minha primeira vez e ele ria, dizendo que o E. não soube comer. E dizia que o dia em que trepássemos seria diferente, começou me dando uma dica. Disse para que na hora do banho, quando eu fosse lavar minhas partes íntimas, que eu me acocorasse e usasse o sabonete íntimo como lubrificante e introduzisse inicialmente apenas uma falange do dedo médio. E eu fiz. Metia só a pontinha do dedo médio da mão esquerda por trás, e com o mesmo dedo da mão direita massageava o clitóris. À noite quando ele ligava, eu comentava o que tinha feito e ele, safado, se masturbava ouvindo os meus detalhes. Aos poucos fui enterrando mais o dedo, depois colocando dois, massageando. E num dia de sábado pela manhã, extremamente estressada por uma semana difícil, liguei pro F. e perguntei se ele queria me enrabar. É engraçado, porque eu usava exatamente estes termos, enrabar, meter, fuder, comer o cu… F. amava obscenidades, quanto mais explícitas mais ele ficava doido de tesão. Nem precisa dizer que ele aceitou no ato a proposta, né?!

Peguei um ônibus e fui pra casa dele, duas horas depois estava no lugar indicado e ele me esperando. Taradinho, se eu estivesse de saia teria me comido no elevador, mas eu estava com uma roupa bastante sóbria, como sempre uso. Aliás, este é um delicioso contraponto da minha personalidade. Eu tenho um aspecto muito sério. Uso cabelo preso, roupas de tons neutros, tenho um estilo básico no dia a dia e às vezes clássico à noite. Quando entrei no apartamento dele, já tínhamos tanta intimidade, que eu confesso que não vi grandes necessidades de fazer nenhum jogo. Eu estava a fim de dar e ele de comer. Assim foi. O único capricho dele que eu não cumpri foi a xota raspada, mas de resto… Literalmente botamos pra fuder, como dizem os cariocas.

Mas voltando ao cu, antes de sair de casa havia feito o tal exercício durante o banho, e também feito uma lavagem anal com o chuveirinho, ou seja, estava no esquema para dar. Entre carícias, beijos, y otras cositas mas, ele enquanto me excitava, lambuzou os dedos com KY e foi cuidadosamente dedando o meu cu com movimentos circulares. Me colocou de bunda pra cima, mas com o corpo meio de ladinho. Com os dedos da mão esquerda fodia minha xota e com os da mão direita o cu. Confesso que não havia nenhum desconforto, ele era delicado com as mãos e ao mesmo tempo obsceno com as palavras. Gostava de dizer coisas como:

- Está gostando, né putinha?! Vai rebolando assim de leve, enquanto eu vou preparando terreno pro meu pau. Se abre pra mim, se arreganha, abre este cu pra mim, vai, deixa que eu vou te fuder tão gostoso que você vai pedir bis.
E então, ele deixou de me masturbar na frente e passou a concentrar-se apenas no meu cu, comecei a sentir alguma dor, já que ele ia aos poucos, metendo mais dedos. Primeiro um, depois dois, três… Com o cu melado de KY a fricção, o vai e vem, ia fácil, quanto mais ele me fodia com a mão, mais eu amava me sentir preenchida dela. Foi então que cheia de dor e prazer eu pedi que ele tentasse enfiar mais um dedo e ele gargalhou:

- B., agora só se eu meter a mão inteira, estou com quatro dedos dentro de você e doido pra enfiar o meu pau. Fica quietinha, relaxa que eu vou colocar a camisinha pra te fuder gostoso – e assim ele fez.

Instintivamente eu arrebitei a bunda, continuei com a cara enfiada no travesseiro porque estava com medo de gritar quando o pau entrasse, mas ele foi primeiro devagar, meteu a cabeça, um pouco do pau, depois inteiro. Doeu, muito, mas eu pude sentir o meu cu piscar, mordendo o pau dele dentro de mim. Ele então começou um vai e vem de leve, deixei o corpo descer um pouco e ele sempre firme com as palavras:

- Nada disso sua puta, quer dar, então agüenta! Empina a bunda, bem arrebitada que se é pra fuder quero fuder direito.

 
 

E segurando-me pelo quadril começou um vai e vem mais forte e eu gritei com a cabeça enfiada no travesseiro, um grito abafado, mas sentido, sofrido. E ele então preocupado perguntou se eu queria parar, e eu implorei que ele não parasse, continuasse porque estava bom demais. Ele continuou metendo e falando bobagens, entrei num transe, esqueci de todo o meu corpo e só sentia o pau entrar e sair. Ele completou a trepada com uns tapas em minha bunda, segurando-me hora pelos cabelos, hora pela cintura… Daí não agüentei, gritei de novo, mas dessa vez de gozo. Sem nenhuma penetração vaginal ou qualquer estimulação no clitóris eu gozei de dor e prazer apenas com o sexo anal.
Deixei meu corpo cair na cama e as pernas tremiam, eu não conseguia me segurar nos joelhos, ele então pediu que eu ficasse deitada, com as pernas bem juntinhas, e com o corpo deitado sobre o meu, podia sentir sua respiração em meu cangote, e num vai e vem frenético, ele gozou segundos depois de mim. Urrando em meu ouvido e dando estocadas intensas.

É claro que ainda trepamos de muitas maneiras, mais foi o ato de superar aquele meu limite, que fez de F. uma foda especial. Nunca o agradeci por isso, mas sei que foi graças a ele que me lancei a tantos outros desejos e fantasias sem medos. Acho que cada pessoa que passa em nossa vida tem um papel, principal ou coadjuvante, não importa. O dele foi me mostrar que dor e prazer se confundem em determinados momentos e dando o cu é uma delas.

Texto retirado do a vida secreta.

Este Conto foi retirado de um blog bem bacana sobre assuntos sexuais, mediado por AMOR & SEXO (Somos duas pessoas apaixonadas pela arte do sexo... e que não vivemos sem amor em nossas vidas . Estamos sempre em busca de encontrar novas formas de sentir prazer e amar... Pois afinal Nós sempre temos algo pra descobrir sobre os outros e sobre nós mesmos. )

Caso se interessem acessem ARTE DO PRAZER
A vida secreta

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

NEM TE CONTO por Gata Molhada

Créditos da imagem: Blog Man

Sou conhecida como gata molhada, por quê? Assim que te contar essa história vai entender.
Resolvi sair a noite passada para uma festa a fantasia, meu namorado acabara de me dar um pé na bunda e eu estava deprê. A festa era num sítio um pouco afastado do centro, na verdade era um super sítio, uma mansão enorme, com piscina, um jardim lindo.
Combinei de encontrar com umas amigas, mas acabei me atrasando, então elas foram na frente e eu acabei tendo que pegar um táxi.

Não sei bem o que estava acontecendo comigo, normalmente sou fria e nem penso em sexo, mas naquele dia não parava de pensar em pornografias, desde a escolha da minha fantasia curta e provocante de mulher gato de sainha e uma lingerie provocante, como se já estivesse pensando em provocar alguém com ela.
Créditos da imagem: Bymk
Eu estava tão doida que fiquei excitada com a voz grossa do taxista, ele era lindo cheiroso e depois de alguns minutos de conversa, fiquei de olhos fechados imaginando aquela voz me chamando de gostosa ao pé do ouvido. Quando abri os olhos percebi que ele me observava pelo retrovisor com um cara de safado e um olhar provocante.

Fiquei pensando: “será que eu gemi enquanto pensava?” continuei a conversa como se nada estivesse acontecendo e fiquei sabendo que ele não era taxista, que só estava substituindo o pai, que na verdade era estudante de fisioterapia e que tinha ajudado a organizar esta festa na mansão, aproveitou para me garantir que seria ótima.

Fiquei curiosa e perguntei qual era sua fantasia, disse que ia de gato de botas...
ELA: como é?
ELE: só ia de botas, uma espada, chapéu, capa e de sunga preta.

Fiquei imaginando como seria essa delícia fantasiada de gato de botas, e me chamando de gostosa.
Quando assustei estava na porta da festa, pensei: “comecei muito bem a noite”. Antes de descer ele perguntou se eu queira que me buscasse na festa mais tarde, respondi que talvez ia embora com umas amigas, mas peguei um cartão com telefone e disse que se precisasse dos seus serviços ligaria... rsrsr

Desci do carro e coloquei a máscara para entrar na festa. Estava tão molhada que corri para o banheiro para ver o que estava acontecendo, porque era uma quantidade absurda de líquido nas minhas coxas.

Ao sair do banheiro procurei minhas amigas, mas como não sabia qual era suas fantasias desisti e fui beber um drink. Resolvi relaxar e beber um vodka, e observava as fantasias originais (o que tinha de sexy shop, enfermeira, bombeira, e noivinha... nossa).
Enquanto olhava a pista de dança, vi um bombeiro, pensei: “esse é gogoboy”, a sua calça tinha aqueles velcros na lateral e a cara de safado envolvia qualquer uma.Ele estava me excitando pelo gingado e me levantei para dançar perto dele. Que homem charmoso e com aquela cara de safado, fiz questão de olhar bem no fundo dos olhos daquele safado. Quanto mais eu insistia, mais excitada ficava, eu tava doida, rebolava e senti aquela coisa dura enconstando na minha bunda, dei uma olhadinha para trás e sorri, certifiquei que era ele, e continuei fazendo um movimento para cima e para baixo como se estivesse pincelando em sua pica com minha bunda redonda e gostosa.
O DJ parou a música e colocou forró, achei que tinha perdido a oportunidade de continuar relando naquela piroca gostosa, mas ele me puxou pela mão e chamou para dançar com ele, foi inevitável, olhei para o volume da calça e só pensava em chupar e sentir sua pica dura entre meus lábios. Ele me puxou forte contra seu peito e começamos a dançar no rela-rela, estava respirando fundo de prazer e mordiscando o pescoço dele dando cheiro no cabelo e sentindo a respiração dele em minha nuca quando me rodava, fiquei tão arrepiada que ficava me retorcendo, grudei no seu peito e fui subindo pelo pescoço e parei de frente sua boca.

Você deve estar se perguntando se nos beijamos...
Mas é claro que sim. Segurava com tanta intensidade em sua nuca e cabelos e ele na minha bunda, que me foi levantando e abraçando até chegar num canto.

Parecia que eu tinha saído do meu corpo, não ouvia mais a música, não via as pessoas, a única coisa que sentia era o corpo dele no meu, seus braços fortes me apertando e me derretendo de tanto tesão, derretendo literalmente já que estava toda molhada.
Ele levantou a minha saia, afastou  minha calcinha e quando encostou na xana falou no meu ouvido “humm que delícia, molhadinha, eu quero te chupar todinha” depois de um arrepio devastador ele colocou minha mão no seu mastro, estava duro bem firme, sentia cada volta, nunca vi um cacete tão firme e pensei: “coitado do meu ex perto desse, ele só ficava meia bomba, mas agora não é hora de pensar naquele inútil”.
Ele me levou para o andar de cima, entramos em uma suíte linda e trancou a porta.
Ele me carregou no colo até a sacada, me agarrou de costas e falou que queria me comer ali pra todos verem, só que não tinha ninguém no jardim. Logo percebi que ele era exibicionista e que fantasia era essa. Rsrs.

Então resolvi entrar no jogo. Sentei na beirada da sacada segurei firme, arreganhei as pernas e pedi que me chupasse bom gostoso.  Quando chegou bem perto  e senti sua respiração na minha buceta, fui nas nuvens, quando encontrou a língua molhada dando uma lambida de uma ponta a outra, senti meu grelo tremer.

Apertei sua cabeça contra minha xana, porque não estava aguentando de tesão, desci da beirada, ajoelhei e chupei aquela pistola dura que já estava cheia de tesão.

Ele urrou como nunca vi, passava os lábios molhados e macios pela cabeça e a língua por toda piroca. Senti que ele iria gozar a qualquer momento, quando me pegou pela nuca, me levantou e chupou meus peitos com muita vontade, parecia que ia engoli-los. Mordiscava os bicos e deixava-os durinhos, enquanto isso me excitava com os dedos no meu grelo.
Nunca tinha sentido coisa igual, que lugar era esse que ele tocava, que eu sentia tanto tesão? Molhava tanto de prazer que peguei seu cacete duro e enfiei na buceta, entrou gostoso e ele não esperava por isso, mas reagiu bem. Me carregou com as pernas encaixadas na sua cintura e me levou até a cama. Mexia como ninguém, do mesmo jeito que rebolava bem dançando, eu ficava cheia de prazer, metia gostoso na tentativa de diminuir meu fogo que só subia.
Fizemos mais posições que o Kama Sutra, para mim tudo era tão novo que parecia que era minha primeira vez, porque foi nesse dia que descobri o que era orgasmo. (Uma sensação louca, meu corpo  tremia, senti uma descarga correndo no meu corpo, meu grelo inchado de tanto prazer, e minha buceta  se contraia como se mastigasse e engolisse a piroca dele).
Mesmo depois de sentir tanto prazer queria mais, queria vê-lo gozar, pedi que tirasse a camisinha e gozasse na minha barriga e assim ele fez, o gozo foi tão forte que foi até meu peito.
 
Enquanto isso eu via aqueles braços, peitos e barriga fortes, me dava vontade de morder tudo. Eu estava morta de cansaço, meu grelo já estava inchado de tesão e muito sensível, mas minha buceta estava tão molhada que escorria até meu ânus. Ele alisava espalhando o melado com o dedo por toda minha bunda, nunca pensei que sentiria prazer com isso. Depois com seu cacete passava só pelo lado de fora eu sugava ele para dentro do meu cu.
 Ele colocou o dedo com alguma coisa que não vi, mas acredito que seja alguma pomada anestésica, pois eu sentia prazer e não sentia dor, na hora achei que o tesão estava tão grande que eu nem nem percebia a dor.
 Pensei: "como sou safada". Foi aí que ele colocou a camisinha, enfiou primeiro o dedo e rodava, com a outra mão estimulava meu grelo. Tirou o dedo do meu cu e foi colocando o caralho bem devagar. Quando eu começava a contrair ele parava e esperava eu acostumar para continuar. E foi aí que perdi minha virgindade anal. Muito mais gostoso que minha primeira metida. Quando gozou, aumentou o movimento do dedo no meu grelo e veio o orgasmo... eu urrei tão alto de prazer que até me espantei.
 Quando terminamos estava tão cansada, ele me beijou com intensidade, me carregou, e disse que eu precisava de um banho para relaxar.
Ao terminarmos, me vesti, sai do quarto e encontrei minhas amigas, elas perguntaram o que aconteceu comigo, eu disse: “meninas, nem te conto”, foi quando ele abriu a porta me deu um beijo e disse que queria me ver mais tarde.

Elas ficaram me olhando espantadas e perguntando como eu tinha conhecido o dono da casa um dos caras mais cobiçados da região, não dei idéia, pois ainda estava espantada com tudo que estava rolando.

Fomos embora e a caminho de casa me contaram que na festa havia telões com imagens dos quartos, em todos rolando sexo a noite toda, não dava para identificar quem era, como se fosse uma espécie de concurso, onde os convidados da festa votavam nos melhores, por volta das 5 da manhã divulgaram os ganhadores, gata molhada e o bombeiro safado, eles não apareceram para receber o prêmio, mas pelo que descreveram foi uma bela performance. 

Fingi que não sabia o que elas estavam falando, mas a cada explicação eu me excitava ao lembrar do bombeiro safado. Quando nos despedimos e cheguei em casa, abri minha bolsa e vi um bilhete que dizia: “minha noite foi maravilhosa, nunca senti tanto tesão, eu quero você de novo, me liga que te busco em casa, beijos”. Na sequencia o número do seu telefone.
E aí? O que acham, eu ligo ou não ligo?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

UMA FANTASIA PERIGOSA POR CLÁUDIA

-Amor, vamos passar naquela avenida onde ficam as prostitutas?
-Vamos, assim poderemos nos divertir um pouco.
-Olhe Roberto, aquela loirinha... que linda!
-Hummm não sei não Cláudia, acho que é travesti...rs
- Ah! Mas bem que você ficou excitado olhando para a bunda dela...rs
- Você teria coragem de por uma roupa daquelas e fingir que é uma prostituta?
-Claro que sim... Se você deixar...
- Eu deixo, mas duvido que você tenha coragem.
-Quer apostar? Se eu for, você deixar eu dar para o meu ex?
- E se você não for? Você deixa eu sair com minha prima?
- Fechado, aposta feita.
- E se eu gostar de algum “cliente”?
- Nada disso, o máximo que você pode fazer é passar a mão na pica dele e mesmo assim por cima da calça.
- Ah meu corninho, e se ele tirar a pica prá fora e pedir prá eu dar uma lambidinha... só na cabecinha.?
- Vamos ver... Mas não quero ninguém passando a mão em você.
- Ah não meu boizinho, passar a mão não arranca pedaço.
- Ok, minha vaquinha, mas não quero que passe disso, sou um corninho ciumento.

Assim era a vida deles, cheia de fantasias, cheia de tesão. A avenida estava cheia de prostitutas se oferecendo, aos carros que iam e vinham. A maioria do homens estavam sozinhos, mas também passavam casais e grupos de amigos.
Roberto ficou com aquela fantasia na cabeça, na verdade ele adoraria ver sua deliciosa esposa de mini-saia, sem calcinha sendo cobiçada por aqueles homens a procura de sexo pago.

Chegaram em casa, e ele estava ancioso, sentiu vontade de realizar aquela fantasia.
- Amor, põe aquela sainha preta, curtinha... Vamos voltar lá.
- Você quer levar a nossa aposta adiante?
- Vamos apenas estudar o terreno.

Cláudia fez o que Roberto pediu, vestiu uma sainha preta, rodada bem curtinha, vestiu também um calcinha branca, que ficava enfiada naquela bundinha deliciosa.

Roberto decidiu ficar numa rua próxima à avenida das prostitutas, onde o movimento era bem menor.

- Desce aqui minha cadelinha, fique próxima ao ponto do ônibus, vou dar a volta no quarteirão e ficar te olhando de longe.

Cláudia estava nervosa e, ao mesmo tempo, excitadíssima com aquela situação. Ela não conseguia ficar parada devido à sua ansiedade. Andava bem devagar pela calçada, de longe Roberto podia ver aquela sainha preta balançando de um lado para o outro, aparecendo um pedacinho da calcinha branca... Como ela estava linda.... Não demorou muito parou um carro ao seu lado.

- Oi gata, tudo bem?
-Oi tudo bem. E você? Tá afim de um programinha?

Claudia não sabia o que dizer, era uma mistura de medo e tesão.

- Quanto?
- R$350,00 mais o motel.

Ela deu um valor bem alto, para que o cara desistisse, normalmente as mulheres cobravam uma média de R$80,00.

- Nossa...Tá muito caro, por esse preço da prá comer a Cléo Pires...rs
- Este é o preço, se você não pode pagar...
- Valeu, quem sabe outra hora.

O cliente se foi, mas nem todos eram bem educados assim, muitos a xingaram de nomes que ela nem sabia que existia. De longe Roberto observava tudo.
Por volta das 3h da madrugada, parou um carro ao seu lado, ela não sabia a marca, mas sabia que era um carro importado.

- Oi tesuda, quanto é o programa?
- R$350,00 mais o motel.
- Uma vadia linda como você vale R$1000,00, eu topo, entra aí.

Claudia gelou, ela jamais podia esperar que alguém aceitasse gastar quase R$500 por uma trepadinha.
- Infelizmente eu já estou indo embora, quem sabe amanhã?

O sujeito não gostou da resposta.
- Quem você pensa que é, sua vadia? Você deu o preço e eu aceitei... Agora exijo que você cumpra a sua parte.

Ela continuou negando, ele desceu do carro e começaram a discutir. Roberto notou que algo estava errado, ligou o carro e foi socorrer sua esposa.
- O que esta acontecendo aqui?
- Essa vadia, combinou um preço comigo e agora quer pular fora.
- Mas é um direito dela, se ela não quer você tem que respeitar a decisão dela.
- Respeitar o caralho! Ou ela faz o programa ou o bicho vai pegar.

A situação estava fora de controle. Cláudia não queria transar com o estranho, mas propôs o seguinte:
-Olha eu estou muito cansada, mas pra você não ficar no prejuízo, eu posso fazer uma chupetinha bem gostosa pra você e não vou cobrar nada.
- Ok! Eu aceito...vamos.
-Mas tem uma coisa, eu quero que seja no carro desse cavalheiro. Disse Cláudia apontando para o marido, que neste momento estava apavorado.

- Mas porquê?
- Porque ele parece um bom sujeito e vai me proteger de você, nós ficamos no banco de trás, ele fica dirigindo até você gozar, depois voltamos aqui e cada um segue o seu rumo.

O sujeito aceitou, afinal de contas, iria ganhar uma chupeta de graça, de uma loirinha linda e gostosa.
E lá foram eles, Roberto dirigindo, Cláudia e o cliente no banco de trás.

Pelo retrovisor Roberto observava tudo, o cliente encostado do lado direito do banco, com as pernas abertas esperando pelo prêmio.
Cláudia se ajoelhou entre as pernas dele, com calma baixou o zíper, enfiou a mãozinha trêmula entre a cueca dele e pegou um cilindro grosso, que pulsava forte de tanto tesão. Com esforço ela puxou aquela pica pra fora, ela nunca tinha visto uma daquele tamanho, a cabeça enorme estava pingando... Roberto dirigia lentamente e apreciava a cena, cheio de tesão.

Claudia lambia a cabeça daquela rola com maestria.
- Que rola deliciosa. Ela dizia – Hummmm que delícia.... Bem mais gostosa do que a piroquinha do meu marido.
- O cliente se contorcia, sentir aquela boca macia, molhada...era o paraíso.
- Se você for um bom cliente, e voltar outro dia, eu deixo você comer minha bucetinha... e se você lamber meu cuzinho eu dou ele também.

O cliente estava quase explodindo:
- Deixa eu chupar sua buceta.... depois eu gozo na sua boca.
Cláudia deixou, sentou-se no banco, tirou a calcinha e abriu as pernas. Os olhos do cliente brilhavam de felicidade, nunca tinha visto uma bucetinha tão perfeita. Ele lambia, enfiava a língua, mordia... parecia um animal no cio.

Cláudia gemia alto:
-Que delícia... como você chupa bem...queria que meu marido visse pra ele aprender como se faz...hummmm

Roberto assistia tudo calado, cheio de ciúmes e de tesão....
E o cliente chupava gostoso, Cláudia gemia alto... Ele parou um pouco, começou a limpar a boca com a mão. Cláudia vendo isso disse:
- Não limpa assim não, dá a sua boca aqui que eu limpo com a minha língua.
E lambia a boca dele, o nariz... o rosto todo, e chupava a língua dele com gosto.

O cliente não aguentando mais e disse:
- Chupa minha rola... não aguento mais segurar.
Cláudia pegou aquela pica enorme e chupou com vontade, com tesão até sentir um líquido quente espirrando em sua boca, a porra escorria pela boca dela... Ela tirou a pica da boca e ainda levou três jatos na cara.

Roberto parou o carro, o cliente saiu satisfeito, dizendo que a procuraria novamente.
Cláudia passou para o banco da frente, seu tesão estava à flor da pele, ela e marido se beijaram, um beijo longo, molhado, desesperado... Pararam no primeiro motel que encontraram e fizeram amor gostoso, rindo e relembrando a aventura que tiveram. Ao amanhecer foram para casa, como se nada tivesse acontecido.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Mulher bem tratada nunca esquece - De Personal Gyn

Crédito: blogdoaristeuvalente.blogspot.com


Sou de Goiania 34 anos, me cuido muito, e sempre tive boas experiências.
Cheguei em casa a noite e ao abrir o orkut vi uma mensagem; "quero te ver hoje" Confesso que a mensagem me deixou surpreso, pois além da mensagem ser literalmente "curta e grossa", já fazia um tempinho que eu não encontrava com a minha Deusa...

De imediato respondi, perguntando o horário que podiamos nos encontrar, e fui tomar um bom banho, já com mil pensamentos....

Estava me secando e o telefone toca... era ela, com sua linda voz, dizendo; "respondendo sua pergunta, gostaria de vê-lo agora".
E eu perguntei, o que tá afim de fazer? esperando uma resposta informando um local para sairmos, mas ela respondeu; "quero ir para sua casa" e eu disse; "então venha que estou esperando-a, daquele jeito que você gosta..."

Em poucos minutos já ouvi o carro estacionando e fui recebê-la. Quando abri a porte ouvi, "hummmmm"... eu estava só de toalha,e deu um belo sorriso, mas um sorriso cheio de malícia. Ela estava linda, com seus cabelos avermelhados, perfumada, e com um vestidinho bem solto, e logo nos abraçamos e nos beijamos, como se não nos vissemos há anos, tudo isso sem dizer uma palavra ainda...

Logo, como num passe de mágica, meu pau estava duro como uma pedra, e ao enfiar a mão por baixo de seu vestido senti sua buceta inundada, aí não aguentei, deitei-a na cama, e mesmo antes de tirar seu vestido, puxei sua calcinha pro lado e caí de boca naquela xaninha, pois queria todo aquele mel na minha boca, passava a língua em toda a extensão, sentindo cada pedacinho daquela buceta melada, e ela suspirava, gêmia e se contorcia, e eu chupava cada vez mais e com mais intensidade... não aguentando, parei para tirar a calcinha que incomodava um pouco, e nesse momento ela aproveitou e puxou seu vestido, ficando peladinha. Parei e fiquei observando, e não acreditava na cena, aquela linda mulher, deitada com as pernas abertas me olhando com cara de tesão.

Caí de boca novamente, agora chupando com mais intensidade e fazendo movimentos ritmados no seu grelinho...até q após um tempo me deliciando, sinto ela segurar minha cabeça com as 2 mãos e pressiondo-a contra sua xana, como se estivesse querendo que eu entrasse nela, e começou a fazer movimentos com o quadril, como se estivesse metendo na minha boca, acelerou o movimento, e derrepente, aos gritos, senti ela enchendo minha boca com seu néctar...

Confesso que não me lembro de ter visto ela gozar tão forte assim.... Ficamos um tempinho deitados, enquanto ela acariciava, levemente, meu pau... até leva-lo a sua boquinha, chupando todinho. Parei coloquei a camisinha, e tudo isso com ela me observando, peguei-a, a virei de costas, arrebitei sua bundinha e enfiei de uma vez, tarefa fácil, pois sua xaninha estava totalmente encharcada...após umas bombadas, tirei o pau e dei uma pincelada naquele rabinho delicioso e apertado, ela deu uma recuada, e eu disse; "hoje quero gozar nessa bundinha" e ela respondeu; "pode comer o que você quiser, pois sou toda sua, mas vai devagar..." aí abri aquela bundinha, passei a língua naquele cuzinho e comecei a enfiar, quando enfiei a cabeça, ela deu um grito; "ai, ai, devagar por favor.." aí eu dei uma parada para ela se acostumar, e falei nos seus ouvidos; "hoje vou te comer sem do minha putinha..." e continuei enfiando, quando senti que já estava quase inteiro, comecei o vai e vem, igual um coelhinho e logo estava acelerado, metendo forte e arrombando aquele maravilhoso cuzinho, e ela gêmia, gritava, e eu não queria saber se era de prazer ou de dor, só queria meter...

Logo gozei como louco naquela bundinha, e ficamos engatados por um tempo, suados, sentindo o corpo um do outro, sem dizer uma palavra...

Em seguida, fomos tomar um banho...voltamos e ainda metemos muito até dormecermos juntos...

Ao amanhecer, olhei para o lado e fiquei apreciando aquele rostinho angelical que estava ao meu lado, dormindo e fiquei lembrando da noite que tivemos, e logo coloquei minha maã bem de leve na sua deliciosa xana, poucos pelos, depiladinha, não resisti e tirei o lençol e fui dar uma chupadinha matinal naquela bela xana, quando encostei a língua, vi ela despertar e me olhar com aquela cara sonolenta me dando um sorriso... Eu chupava, e acariciava aqueles peitinho lindos, que pareciam ter sido esculpidos de tão perfeitos, e ela segurava, acariciava e beijava minha mãos, como se quisesse me agradecer por tanto prazer...

Beijamos e quando ela viu meu pau duro e querendo penetra-la, ela pediu para ir ao banheiro antes...

Quando ela voltou, ela se deitou ao meu lado, me deu um beijo, eu peguei sua mãos levei ao meu pau e ela ficou acariciando-o, e me disse: "eu quero sentar em você, mas não vou aguentar, minha bucetinha esta ardendo, você acabou comigo essa noite, e meu cuzinho então, não posso nem sentar..." e realmente, tinhamos metido como loucos...mas eu estava morrendo de tesão, e peguei sua cabeça e, sem dizer nada, empurrei em direção ao meu pau, e ela logo entendeu e desceu, chupando-o bem devagar, lambendo-o todinho, de cima em baixo, e logo estava chupando e batendo uma punheta para mim, era tanto tesão que não precisou muito tempo para eu anunciar o gozo que foi totalmente engolido por ela...

Ficamos um tempinho abracados, nos curtindo, e ela infelizmente teve que ir...mas antes de sair me disse; "assim que eu me recuperar quero mais, muito mais..."

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

UNIÃO SEXUAL EM PÉ

crédito: 101 posições sexuais

As posições em pé são muito importante, além de divertidas exigem força e energia. Na grande parte das vezes, o casal não consegue mantê-la por muito tempo, pois torna-se muito cansativa para o homem, que tem que segurar sua parceira.

Passo a Passo: Segundo Capablanca (2006) o homem deve se apoiar ma aprece com as pernas ligeiramente  flexionadas. a mulher chega perto dele, abraça-o e senta-se sobre as coxas do companheiro, que a ajuda, sustentando-a pelos quadris. o casal deve se levantar quando o homem já tiver penetrando a vagina da companheira. Segurando no pescoço dele, é ela quem cavalga o corpo do homem, enquanto este deve ajudá-la com a força de seus braços.

O casal fica se olhando nos olhos, de modo que cada investida pode ser acompanhada  de um beijo ou de umas mordidinhas.

Esta posição é muito apropriada para ser usada sem necessidade de despir-se, em um lugar público, como um elevador ou um banheiro. Acompanhada de excitação do momento pode proporcionar um rápido orgasmo em situações  de sexo rápido.

Referência:
CAPABLANCA, Sofía. 101 posições sexuais: 101 formas de encontrar o verdadeiro prazer: Tradução: Marylene Pinto Michael. São Paulo: Marco zero, 2006

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A PRIMEIRA VEZ por Mary



Crédito: My mag


Tenho cabelos arruivados que batem no ombro, 1.65 alt, 58kg distribuídos, uma boa parte estão em minhas perna e bunda, meus seios são médios, tenho 18 anos, meu namorado, tem olhos castanho claro bem chamativo, 1.70 alt, deve pesar uns 72kg, ele faz academia e é bem gostoso, cabelo preto estilo militar, já estamos juntos a dois anos, moro com minha irmã mais velha que é recepcionista de um hotel e seu marido vigilante de escola, durante todo esse tempo, nunca passamos de uns amasso, mas de uns dias pra cá tudo começou a fluir mais quente, bem mais quente mesmo, perdi meu cabacinho.

Tudo começou quando ele chegou lá em casa e ficamos na sala assistindo, ele me chamou pra varanda lateral como era de costume, ficamos nos beijando, ele segurou minha nuca e beijou-me suculentamente com a língua, cheirou meu pescoço, mordiscou, lambeu, subiu para minha orelha, cheirou-me outra vez agora bem ofegante, ele estava tarado, então eu disse... - calma amor! Desse jeito vamos passar do limite... ELE: você acha que eu quero o quê? Estava com um short branco bem colado deixando minha bunda um tesão, vestia a blusa de meu cunhado que cobria meu short, e por baixos meus seios com o bico arrepiado dentro de um sutiã bem fino, achava que foi isto que estava deixando ele mais atiçado naquele dia, mas não foi, ele tava mesmo afim de me tascar a rola.

Ouvir minha irmã abrindo a porta e disfarçamos, ela iria trabalhar à noite e na faixa da 21:00 ela saiu e disse pra Patrício, meu namorado, não demorar.

Meu cunhado iria chegar as 23:00 +ou-, foi tudo que ele queria, estávamos sozinhos. Abraçou-me forte, segurou meus cabelos, passou a língua em minha orelha, fiquei toda arrepiada, desceu a mão por minha costas, agarrou minha bunda, apertou e a arregalou, sendo impedido pelo tecido apertado do short, eu já estava com as pernas trêmula, excitadíssima, descansei sobre o seu corpo, sentir seu calor, ele aproveitou o momento e subiu as mãos por baixo da blusa folgada, que estava quase toda suspensa atrás, ele acariciou minhas costas suavemente, eu queria pedir pra ele parar, mas não tive forças, estava totalmente entregue e rendida  aquela sensação de tesão, êxtase, desejo de ser invadida por um mastro, minha buceta estava nadando e minha calcinha era uma pequena piscina e meus líquidos transbordavam nela, melando até o short, com um leve toque com as mãos ainda por trás de mim, ele abriu meu sutiã, que escorregou sobre minha barriga caindo no chão, então implorei...

- não, por favor, aqui não...
ELE: não vamos fazer nada ainda, mantenha a calma.

Agora ele deslizou as mãos sobre minhas costas se agachando fixando sua respiração ofegante no centro de minha buceta encharcada de tesão, suas mãos massageavam minha bunda, ele se levantou suspendendo minha blusa deixando meus seios com a pele arrepida, desejando serem apalpados e ele os apalpou com a boca, foi a primeira vez que chupou meios seios, dessa vez não segurei os gemidos, sobre o meu short ele começou a massagear meu clitóris, sentir umas contrações no abdômem e também nas paredes de minha vagina, era um orgasmo, era um forte orgasmo, sua boca em meus seios, o calor de sua respiração, meu clitóris escravo de seus dedos, empurrei seu corpo e desmoronei, me arrastando sobre a parede sentando no chão, dando pasmos e gemidos, ele se assentando ao meu lado me deitou sobre o chão, retirou meu short vagarosamente, tocou em minha xana, percebendo que estava molhada, enfiou dois dedos por baixo do tecido e não resistiu, baixou o rosto e arrancou a calcinha com o dente, depois abriu minha pernas e chupou minha buceta, louco e alvoroçado parecia fazer mágica com a língua, eu me contorcia, os músculos de minha vagina se contraíam como se estivesse esperando por aquilo a muito tempo, dei um gemido tão forte que mais parecia um berro, ele levantou minhas pernas como um frango assado e sugou meu clitóris, ficou como se estivesse mamando, em meios aos gemidos e espasmos levantando meu quadril do chão gozei ainda mais forte.

Sem que eu percebesse, somente senti o mastro dele entrando, uma dor crescente conforme seu pau escorregava para dentro de mim, seu pau estava todo dentro de mim, acho que não senti tanta dor porque estava super lubrificada, altamente excitada, meus pés agora encostava em seu tórax, ele começou o vai e vem, ainda doía e ardia um pouco, mas não reclamei, conforme ele enfiava não sei ao certo quantos centímetros de rola, minhas pernas sentiam o peso do seu corpo, ele aumentou a velocidade dos movimentos e seu pau parecia encaixar perfeitamente em minha buceta e seu corpo sobre minha pernas suspensas como alguém que trocava a fralda de um bebê, abriu minhas pernas, bombava, acariciava meus seios, me xingava de putinha safada, cachorrinha, dizia que eu era dele e de mais ninguém, perguntou se ainda estava doendo... Respondi que bem pouco agora... Pediu pra eu me levantar e me apoiar com os braços na parede ficando quase de quatro pra ele. Passou a mão em minha buceta por trás quase caí, mas ele me segurou, ainda estava com vestígio de sangue do rompimento, me mostrou e limpou a mão na parede, limpou o molhado de minha buceta com a calcinha e começou a lamber como um cachorro em uma cadela, chegou a introduzir a língua e até lambeu meu cu, estava fora de si, começou a bombar outra vez, minha buceta começou a se contrair e ficou como estivesse mordendo o pau dele, ele dava leves tapas em minha bunda outrora mais forte, me puxou pelo cabelo e disse quase urrando... vai ser agora, em meios a gemidos, puxou mais forte meu cabelo com uma mão e a outra batia o pau no meu rêgo, depois enfiou de vez em minha buceta gozando e me enchendo de porra, então ouvi meu cunhado bater no portão chamando para abrir. Meio cansada e ainda no clima da foda, meio trêmula, peguei minhas coisas e corri pra dentro de casa enquanto Patrício abriu o portão, pus o short e o sutiã no cesto de roupa suja, vesti a calcinha e esperei ele entrar, quando meu cunhado me gritou, sair do banheiro e disse que tinha ido fazer xixi, mas quando virei de costas ele percebeu minha blusa melada e minha coxas que limpei só a frente, levei meu namorado até o portão e me despedi. Quando entrei de volta, meu cunhado estava de toalha e braços cruzados na sala, disse... eu já estava a um bom tempo no portão!!!

Fonte: Contos Femininos

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