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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ORGASMO - ELE CONSEGUE SABER QUANDO VOCÊ ESTÁ FINGINDO?



fingindo Mulher que fingia orgasmos é condenada a indenizar o ex marido
Créditos da imagem: bobagento.com


Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Columbia, nos Estados Unidos, 54% das mulheres entre 18 e 46 anos já fingiram orgasmo pelo menos uma vez na vida. 

Para o psicólogo e sexólogo Carlos Boechat, é completamente possível que uma mulher consiga ludibriar um homem ao fingir orgasmo. "O homem não sabe muito como funciona o orgasmo feminino, o pouco que sabe aprendeu em filmes pornográficos ou com suas experiências sexuais", afirma o sexólogo. Mas será que os bonitões caem nessa? A resposta é sim, pelo menos na maioria das vezes.


Saiba que há reações durante o clímax que a mulher dificilmente consegue simular. Se o homem ficar atento a estes detalhes saberá quando a companheira finge. Dr. Boechat destaca: "Dilatação da pupila, aumento da respiração, vermelhidão no colo (peito), tensão involuntária das musculaturas da perna e pés, contração ritmada da parede vaginal. A contração ritmada da vagina pode ser simulada, mas não com a frequência igual". O sexólogo ressalta que para um homem atento e interessado pode ser perceptível a farsa.

Marcello Moraes, 23 anos, estudante de Farmácia, confessa que realmente não saberia detectar uma mentira como esta. "Na hora H não dá para saber. Para ser bem honesto não fico preocupado com isso. É um momento muito bom para desperdiçar tentando verificar se a respiração, os gemidos e as contrações são reais", desabada.

E por que as mulheres ainda fingem?

Para o psicólogo, as mulheres simulam o orgasmo por terem dificuldade em atingi-lo realmente, além de saberem o quanto isso é importante para o parceiro. "Dessa forma elas acreditam que irão mantê-los por mais tempo na relação amorosa", afirma Dr. Boechat.

Para muitos homens o orgasmo da companheira significa que ele é bom de cama. "Quando a companheira tem dificuldade em atingir ao clímax os rapazes passam a perder o interesse. Eles sentem-se culpados e costumam conceituá-las de frias, frígidas e ruins de cama" afirma o sexólogo. "Lamentavelmente o homem tem essa mania de desempenho construída sócio-historicamente em nossa cultura", completa.

Raphael Antoni Sabino, 32 anos, rompeu uma relação de dois anos por este tipo de mentira. "Descobri da pior maneira possível que minha ex-namora costumava fingir seus orgasmos. Certo dia ouvi uma conversa entre ela e sua melhor amiga. Durante o papo ela contava como me enganava", desabafou Raphael. O rapaz, na época com 28 anos, não quis saber das explicações da ex. "Ela deveria ter conversado comigo antes, depois da mentira não tem mais jeito", concluiu.

O sexólogo afirma que a melhor saída é conversar e explicar para o amado as suas dificuldades, assim vocês encontrarão uma alternativa juntos. "Diga como e o que você gostaria que ele fizesse. Fale que, embora não tenha orgasmo em todas as  relações sexuais, é muito prazeroso estar com ele. Juntos vocês vão descobrir novos prazeres, novas posições, tipos de carícias e fantasias que melhoram a prática sexual", recomenda Dr. Boechat.

O senso comum diz que a mulher tem mais dificuldade em atingir ao orgasmo, mas isto não deve ser tomado como verdade inquestionável. "Caso a mulher frequentemente não tenha orgasmo ela deve procurar seu ginecologista para verificar as dosagens hormonais e buscar um psicólogo e sexólogo para trabalhar as crenças, mitos e tabus que estão atrapalhando essa soltura", recomenda Boechat. Segundo ele, orgasmo é soltura. Se a mulher não se entregar ao seu companheiro e aos prazeres que estão acontecendo será muito difícil chegar ao clímax.


Por Bianca de Souza (MBPress)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O MAPA DO PRAZER FEMININO


Crédito da imagem: jardim e palavras

A CIÊNCIA IDENTIFICA AS ÁREAS DO CÉREBRO ATIVADAS DA EXCITAÇÃO AO CLÍMAX E ABRE NOVAS FRONTEIRAS PARA O TRATAMENTO DE DISFUNÇÕES SEXUAIS DA MULHER
por Monique Oliveira.


Entender o orgasmo é entender um pouco mais do cérebro. O ciclo que vai da excitação ao prazer não só exige muito de nossas fisiologia (respiração, batimentos cardíacos) como a ele se juntam visíveis marcadores de alterações psicológicas, como a breve perda da autoconsciência. Compreender o orgasmo feminino, então, é avançar mais significativamente nessa tarefa. Afinal, compreender a fundo a sexualidade da mulher sempre foi um desafio para ciência. Apesar das dificuldades, alguns estudos começam a descortinar esse processo. 

O psicólogo Barry Komisaruk, da Universidade de Rutgers (EUA). Com o auxílio de um aparelho de ressonância magnética, ele mapeou o que aconteceu no cérebro da terapeuta sexual Kayt Stukel do início da excitação sexual ao clímax. Komisaruk pretende usar as informações para tratar disfunções sexuais como a ausência de orgasmo (com um método em que a paciente possa ao mesmo tempo estimular seus órgãos genitais e assistir às reações de seu cérebro em tempo real). "Dessa forma, ela poderá tentar atingir as áreas estimulantes durante o ciclo sexual", disse à ISTO É Komisark.

O cientista verificou que o processo acionou 80 partes do cérebro. houve, por exemplo, atividade intensa do cérebro (cujo papel no sexo ainda não está esclarecido) e do sistema límbico (associado às emoções). No clímax, há grande circulação sanguínea em todo o cérebro, um sinal de que órgão está inteiramente mobilizado. Já a ativação do córtex pré frontal ocorre somente na excitação. A descoberta de que existe a estimulação dessa área foi a grande contribuição dessa área foi a grande contribuição de Komisaruk. A partir da informação, acredita-se que será possível desvendar o mecanismo por meio do qual fantasias sexuais (processadas nesta área) podem causar reações físicas.

O estudo evidenciou diferenças nos mecanismos que levam ao prazer vividos por homens e mulheres. No homem, por exemplo, não há ativação do córtex pré-frontal na excitação. "é provável que o homem e a mulher entrem no ciclo sexual de maneiras diferentes" explica JannikoGeorgiadis, da Universidade de Gronigen, na Holanda. Foi na instituição holandesa que o médico Gert Holestege levantou dados sobre o orgasmo masculino anos antes. Entre outras informações, ele mostrou que, no clímax masculino, ocorre o desligamento de algumas regiões do cérebro. já no estudo de Komisaruk, observou-se a ativação total do cérebro feminino.

Apesar das diferenças, há especialistas que discordam que a acada ativação de uma área sucede-se uma única resposta fisiológica. "O córtex pré-frontal, pro exemplo, é responsável por inúmeras funções" diz Martin Portner, neurologista especializado em sexualidade e autor de "A inteligência sexual". A teoria mais aceita é que haja ligações e desligamentos simultâneos, já que a excitação e o orgasmo estimulam estruturas que antes do estímulo estavam sob controle de outras. "esse efeito de controle precisa ser removido para que essas regiões sejam recrutadas para outro fim" explica Portner.  A desativação também seria a responsável pela momentânea perda de consciência. "Estruturas normalmente ligadas a decisões conscientes são praticamente desligadas no orgasmo"diz Georgiadis.

Juntamente com essas conexões e desligamentos, é possível que haja outras vias neurológicas para o prazer. Foi o que mostrou outro estudo de Komisaruk, que mapeou o cérebro de duas voluntárias tetraplégicas. Elas tinham interrompida a comunicação, via medula espinhal, entre o cérebro e o resto do corpo. E mesmo assim atingiram o orgasmo pela estimulação do clitóris e da vagina.

CÉREBRO E ORGASMO - O QUE JÁ SE SABE:

Homens>>> Durante a excitação do homem a área do cérebro que responde a estímulos visuais é a primeira a ser ativada. logo depois, essas informações vão sendo processadas por outras estruturas cerebrais também associadas à visão. À medida que o orgasmo se aproxima, observa-se a desativação de várias áreas cerebrias. No clímax, o cerebelo, órgão associado à função motora, é ativado. Sua função no sexo, orém, ainda é pouco conhecida.

Mulheres>>>  a primeira área acionada foi o córtex sensorial, área que interpreta as sensações. Nessa região, situada no córtex pré-frontal, também se processam outros aspectos da consciência como a autoavaliação e a empatia. Antes do orgasmo, quando os músculos vaginais começam a ficar mais tensos, p cerebelo e o córtex frontal são acionados simultaneamente. Do córtex, o sinal é enviado ao sistema límbico, que comanda emoções e também está associado a funções metabólicas do organismo. No clímax, o fluxo sanguíneo se intensifica por todo o cérebro, que é estimulado inteiramente.

RETIRADO: ISTO É - 30 novembro 2011- ano35 nº 2194

terça-feira, 4 de outubro de 2011

ATENÇÃO: Uma em cada cinco mulheres não atinge orgasmo

Crédito da imagem: Pedro Marques

Conversar com o parceiro pode ajudar no alcance do orgasmo?

"Na hora da relação sexual, atingir o orgasmo ainda é uma grande dificuldade para boa parte das mulheres", este é um dado da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, que aponta: 

* 18,2% das brasileiras recebem o diagnóstico de anorgasmia (ausência de orgasmo);
* 5,2% de inibição sexual generalizada, que aponta para problemas de excitação durante as relações sexuais.

A pesquisa feita com base em 455 atendimentos realizados no hospital Estadual Pérola Byington, em São Paulo, entre 2007 e 2008, revelou que 48,5% das mulheres sofriam de distúrbio do desejo sexual hipoativo (falta de interesse sexual). Do total de pacientes, 18,2% recebeu diagnóstico de anorgasmia (falta de orgasmo) e outras 5,2%, de inibição sexual generalizada. Entre as principais queixas estão dor durante o coito (10%), sentimento de inadequação sexual (4,9%) e falta de excitação (2%).

Os diagnósticos de problemas sexuais se dá por questões psicológicas, fatores sociais e culturais e somente 13% das pacientes têm problemas de natureza orgânica, como alterações hormonais ou distúrbios originados por alguma doença.

Alguns fatores que podem colaborar para a ausência do orgasmo é:

- Baixo desejo sexual que fez com que a mulher não tenha vontade de iniciar uma atividade sexual e consequentemente acaba por atingir o orgasmo;
- Pouca lubrificação pela falta de excitação;
- Falta de investimento do casal em preliminares;
- Não há o auto conhecimento corporal;
- Medo de se olhar, tocar, conhecer e se masturbar;
- Falta de diálogo com o parceiro;


Dicas para atingir o orgasmo com mais facilidade:

- Converse com o seu parceiro
- Não se prenda só ao orgasmo, aproveite as preliminares
- Toque seu próprio corpo
- Fale o que você deseja na hora do sexo
- Esqueça os problemas e aproveite o momento


Como reconhecer que você teve um orgasmo:

- Podem acontecer contrações involuntárias da plataforma orgástica (parte externa da vagina);
- O clitóris fica ereto e sensível ao toque;
- Os lábios vaginais ficam inchados e podem ficar mais escuros;
- A respiração, a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos aumentam;
- Perde-se o controle muscular voluntário, podendo ocorrer diversas contrações de músculos, do rosto, braços e pernas;
- Segundos depois do orgasmo, pode aparecer uma sensação de relaxamento e tranquilidade.



Retirado de:
Fonte: Mente e Cérebro - http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&idnot=2654

domingo, 31 de julho de 2011

E VOCÊ, JÁ ATINGIU O ORGASMO?

Créditos da imagem: filadelfiaaigreja

Uma pesquisa revelou que 50% das mulheres brasileiras já fingiram orgasmo. Os números são do Datafolha, segundo levantamento feito em 2010.


O orgasmo é o ponto máximo do prazer. Assim como há mulheres que dizem ser tão fácil chegar ao orgasmo, outras, é uma difícil tarefa. Daí surgem as transas "para agradar" o parceiro e os conhecidos orgasmos de mentirinha. Enquanto o comportamento acontece uma vez ou outra, tudo bem. Agora quando essa pratica se estende para a maioria das relações, está na hora de procurar ajuda profissional.


E você, já fingiu ou finge sempre? Responda a nossa enquete na página inicial do nosso blog!

Segue uma prévia da pesquisa disponível no blog. 
A pergunta é "Você já atingiu o Orgasmo?"
  


Nunca consegui
  21 (18%)
 
Não sei
  15 (12%)
 
Algumas vezes
  35 (30%)
 
Sim. Chego ao orgasmo sempre
  43 (37%)
 
Acho que 1 vez
  2 (1%)
 

Já são 116 colaboradoras, E VOCÊ AINDA NÃO PARTICIPOU DA PESQUISA CLICK AQUI 


 
De acordo com a sexóloga Kate Taylor autora do livro “O guía do bom orgasmo”, esse fator pode ser explicado pelas diferencas físicas do casal, já que um homem pode ter um orgasmo em três minutos após ficar excitado e as mulheres precisam de, no mínimo, 13 minutos.

“Então, se você quer ter a chance de ter um orgasmo antes dele, precisará de preliminares. Beijos, massagens, provocações -qualquer coisa que a deixe excitada é essencial. É tentador ir direto à penetração -agarrar o pênis dele e o puxar para sua pélvis antes mesmo de ele ter estacionado o carro. Mas é um erro. Lembre-se: o menos que você suspirar e gemer antes da transa, mais o fará depois. Entendeu?", explica.

É indispensável para a mulher que deseja alcançar o orgasmo, desenvolver o auto-conhecimento corporal, que inicia com toques e carícias, até que aprenda a se masturbar descobrindo o prazer solitariamente e depois compartilhando com o parceiro.

Mas se nada disso funcionar, é preciso procurar um especialista para descubrir quais os motivos piscológicos ou físicos que estão impedindo o prazer. 


E o ponto G exite mesmo? Este é um assunto para a próxima postagem, então dêem sua opnião.

Créditos da imagem: Alemdodivam

Hoje é o  Dia Mundial do Orgasmo, ele foi informalmente criado na Inglaterra no dia 31/07 por redes de sex shops. Estas realizaram pesquisas que revelaram que 80% das mulheres inglesas não atingem o clímax em suas relações.


O orgasmo faz parte do ciclo de resposta sexual, composto pelo desejo, excitação e orgasmo.É o estágio máximo do prazer,  pode ser experimentado por ambos os sexos, dura apenas poucos segundos e é sentido durante o ato sexual ou maturbação. 

O orgasmo é atingido após a estimulação direta ou indireta do  pênis ou do clitóris. Esta estimulação pode ser causada pela atividade sexual, masturbação, sexo oral, sexo não penetrativo, vibrador ou por eletroestimulação.

O tão sonhado orgasmos múltiplos ocorrem em alguns casos em que a mulher não tem um período refratário, ou ele é muito curto e experimenta-se um segundo orgasmo logo após o primeiro; algumas mulheres podem até ter uma sequência de orgasmos consecutivos. Para algumas mulheres, o clitóris e os mamilos ficam muito sensíveis após o clímax, ocasionando que estimulações adicionais possam ser dolorosas. Inspirações profundas, respiração rápida e continuação da estimulação podem ajudar a diminuir esta excitação.

E para alcançar o orgasmo? O que podemos fazer? Um ponto importante para alcançarmos esse objetivo é  o auto conhecimento íntimo e corporal, além de perceber as reações corporais ainda temos que nos atentar as sensações, sentimentos e os movimentos e tipos de toques que estamos fazendo, pode ser usado outros instrumentos ou objetos e até mesmo jato d'água.


Bom dia do Orgasmo para todos!!!!


Retirado da wikpédia.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que acha de ter um orgasmo a cada 30 minutos?

Crédito da imagem: anderssauro.com

Lendo notícias de sexualidade me deparei com "Síndrome que causa excitação sexual interminável pode afetar mulher de qualquer idade"POR CLARISSA MELLO e resolvi postar para vocês essa novidade.


Rio - Já imaginou ter um orgasmo a cada meia hora? E se, para isso, você não precisasse fazer nenhum esforço? Parece até um sonho, não é? Pois, para algumas mulheres, isso é possível, mas virou pesadelo. Trata-se da Síndrome da Excitação Sexual Persistente, doença que traz sérios transtornos e não tem cura ou tratamento.

A síndrome ainda é pouco estudada: relatos científicos que já existem revelam possível desconexão entre nervos dos órgãos sexuais e emoções. As portadoras percebem que seu corpo exige o orgasmo sem que haja, no entanto, experiência sexual envolvida. Na maior parte dos casos, essa exigência se torna uma tensão que gera dor e desconforto. Não para por aí: acontece a cada 30 minutos. Ou até menos.

“Um mínimo de estímulo (sons, como o da máquina de lavar, e sensações, como água do chuveiro) causa orgasmo”, explica a diretora do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática, a urologista Sylvia Faria Marzano. A causa da doença é desconhecida. Alguns casos podem se dever a lesões em nervos da região pélvica. “Uma alteração no nervo pode fazer com que o clitóris seja estimulado o tempo todo. Mas há pacientes que não tiveram lesão”.

DOCUMENTÁRIO

No documentário ‘100 orgasmos por dia’, que estreia hoje às 23h no canal de TV a cabo Discovery Home & Health, três americanas explicam como tentam lidar com a síndrome. A maior dificuldade é encontrar médico capaz de diagnosticar o problema. Muitas vezes, essa busca pode durar anos.

Além disso, pelo fato de a síndrome ser pouco conhecida, as mulheres precisam lidar com o constrangimento e o preconceito — até mesmo por parte da família. Ainda sem tratamento, elas se submetem a terapias experimentais. Até agora, só uma demonstrou algum efeito: a acupuntura eletrônica, que dá pequenos choques. Mas os orgasmos só desaparecem por algumas horas.

A doença pode atrapalhar os relacionamentos. “Se o parceiro não for consciente, pode sentir-se diminuído, já que o homem se acha responsável por dar o orgasmo”, diz Sylvia.

Caso de Rachel, que relata a convivência de 8 anos com a síndrome no documentário. No início, o marido, John, gostou. Mas agora se sente mal por não satisfazer a mulher: “Por ela, seria o tempo todo. Não consigo sempre”, diz. “Eles vêm a cada 30 segundos. Estou sempre pronta, por isso minha vida sexual é intensa. Mas se eu não controlasse, viveria só na cama”, conta Rachel.

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2011/6/sindrome_que_causa_excitacao_sexual_interminavel_pode_afetar_mulher_de_qualquer_idade_173596.html

sexta-feira, 27 de maio de 2011

DESVENDANDO OS SEGREDOS DO ORGASMO FEMININO

Créditos da imagem: SOMEAPETECEPINAR

O cérebro das mulheres reage de diferentes maneiras durante o orgasmo dependendo se está a fantasiar ou com um parceiro
Era o segredo mais íntimo das mulheres até a ciência descobrir que o cérebro feminino tem múltiplos circuitos para apreciar o prazer sexual.

Através da observação do funcionamento do cérebro feminino durante o orgasmo, os investigadores descobriram que há pelo menos duas vias para o prazer.

Uma via é activada quando a mulher atinge o orgasmo a partir da masturbação, porque tem que fantasiar para o alcançar. Já a outra activa-se quando o prazer vem de uma relação sexual com o parceiro.

O estudo mostra uma explosão de actividade em 30 díferentes zonas do cérebro, incluíndo o córtex frontal, que controla funções como a tomada de decisões, controle de necessidades e da imaginação.

Kayt Stukel um dos investigadores voluntátios explica que "esta informação poderá ajudar a encontrar o tratamento para as mulheres que não conseguem atingir o orgasmo, e ajudar os casais a apreciarem mais as relações sexuais."

O mesmo estudo também já foi feito com o cérebro masculino, contudo sem grande sucesso uma vez que, aparentemente, os homens utilizam menos o cérebro durante o sexo que as mulheres e os seus orgasmos são muito mais curtos que os femininos.

Fonte:http://www.sabado.pt//Ultima-hora/Sociedade/Estudo--As-mulheres-tem-dois-tipos-de-orgamos.aspx?id=339136. Estudo: As mulheres têm dois tipos de prazer durante o orgasmo. 15-05-2011, por Margarida Alves

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mitos e Tabus Sexuais - Carla Cecarello

Crédito da imagem: lua imaginada

Inspirada em um video sobre mitos e tabus sexuais do programa "Sexualmente: nós queremos discutir a relação", apresentado por Carla Cecarello, resolvi escrever sobre o assunto.

Nós terapeutas sexuais, sempre nos deparamos no processo terapêutico com as crenças sexuais dos nossos pacientes.

Alguns mitos e tabus sexuais são tão populares que acabam complicando o processo, e o que é pior, muitas vezes acreditamos tanto que nem questionamos essas informações. Elas são adquiridas ao longo do nosso desenvolvimento maturacional e são passados por nossos amigos, professores, familiares e acaba limitando e comprometendo o nosso comportamento sexual.
Quando quebramos e vencemos um tabu, além de melhorarmos o comportamento sexual ainda impedimos que essa informação errada seja passada para outras pessoas.

Alguns mitos: o orgasmo vaginal e clitoriano são diferentes; pênis grosso dá mais prazer; homem com pênis grande é mais potente; ânus não é fonte de prazer; a mulher tem que fazer sexo anal só para agradar o parceiro; a relação acaba assim que o homem ejacula;

QUEBRANDO MITOS:

MITO 1 - O orgasmo vaginal e clitoriano são diferentes:

O orgasmo clitoriano é igual ao vaginal, porque o orgão que precisa ser estimulado para a mulher obter orgasmo é o clitóris, seja externamente ou internamente.

Quando o clitóris é estimulado externamente através da masturbação, enche de sangue, fica levemente inchado  similar a uma ereção masculina, esta estimulação direta pode levar a maioria das mulheres ao orgasmo. Já o orgasmo vaginal é a estimulação do mesmo clitóris, mas na parte interna da vagina, para ser mais preciso, no primeiro terço da vagina, só que o clitóris está coberto por músculos e mucosa, com isso essa estimulação é feita de forma indireta, e fica mais difícil para a mulher chegar ao orgasmo.

As mulheres fazem essa diferenciação porque a percepção do orgasmo pela estimulação externa é mais intenso.


MITO 2 - O pênis quando é mais grosso ou grande proporciona mais prazer:

Apesar da crença ser muito forte principalmente entre as mulheres, não tem nada a ver tamanho ou espessura com prazer. 
A vagina é elástica e se amolda de acordo com a espessura do pênis, seja grosso ou fino. Com relação ao tamanho, a vagina tem tamamnho de 7 a 8 cm, quando excitada após estimulação chega a 14 ou  15 cm (sofrendo estimulação elaborada e adequada), sendo assim se o homem tiver um pênis com tamanho maior que 15 cm não deve penetrar todo ele, pois corre-se o risco de machucar o colo uterino da mulher.

MITO 3: O homem que tem o pênis grande é mais potente que o que tem pênis menor:

Tamanho não significa nada, o importante é a qualidade da relação, é conduzir o sexo de forma satisfatória.  Complementando a explicação anterior se o pênis tiver 20 cm, não pode e nem precisa penetrar todo dentro da vagina, a parte mais importante é a cabeça e metade do corpo do pênis para que ambos sintam prazer sexual.



INFORMAÇÃO IMPORTANTE: PROGRAMAR DIA, HORA E UM PASSO A PASSO DO QUE FAZER NA HORA DO SEXO NÃO FUNCIONA.

  

ASSUNTOS ABORDADOS NO VÍDEO:

Orgasmo Feminino e o clitóris; Casais que se amam, mas que não tem desejo sexual; Espessura do pênis X  Prazer; Mudanças corporais no processo de excitação; Medo da descoberta do homossexualismo; Sexo a 3; Doença de peyronie; Cross-dressing; Ejaculação rápida; sexo na gravidez;  pílula do dia seguinte e muito mais...

Vale a pena conferir o video na integra:

PROGRAMA SEXUALMENTE: NÓS QUEREMOS DISCUTIR
A RELAÇÃO APRESENTADO POR CARLA CECARELLO.


INDICAÇÃO DE LIVRO PARA EJACULAÇÃO RÁPIDA: "Quando o Sexo é Mais Rápido que o Prazer".
Se quiser adquirir um exemplar usado pode encontrar no sebo ESTANTE VIRTUAL.

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