quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ORGASMO - ELE CONSEGUE SABER QUANDO VOCÊ ESTÁ FINGINDO?



fingindo Mulher que fingia orgasmos é condenada a indenizar o ex marido
Créditos da imagem: bobagento.com


Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Columbia, nos Estados Unidos, 54% das mulheres entre 18 e 46 anos já fingiram orgasmo pelo menos uma vez na vida. 

Para o psicólogo e sexólogo Carlos Boechat, é completamente possível que uma mulher consiga ludibriar um homem ao fingir orgasmo. "O homem não sabe muito como funciona o orgasmo feminino, o pouco que sabe aprendeu em filmes pornográficos ou com suas experiências sexuais", afirma o sexólogo. Mas será que os bonitões caem nessa? A resposta é sim, pelo menos na maioria das vezes.


Saiba que há reações durante o clímax que a mulher dificilmente consegue simular. Se o homem ficar atento a estes detalhes saberá quando a companheira finge. Dr. Boechat destaca: "Dilatação da pupila, aumento da respiração, vermelhidão no colo (peito), tensão involuntária das musculaturas da perna e pés, contração ritmada da parede vaginal. A contração ritmada da vagina pode ser simulada, mas não com a frequência igual". O sexólogo ressalta que para um homem atento e interessado pode ser perceptível a farsa.

Marcello Moraes, 23 anos, estudante de Farmácia, confessa que realmente não saberia detectar uma mentira como esta. "Na hora H não dá para saber. Para ser bem honesto não fico preocupado com isso. É um momento muito bom para desperdiçar tentando verificar se a respiração, os gemidos e as contrações são reais", desabada.

E por que as mulheres ainda fingem?

Para o psicólogo, as mulheres simulam o orgasmo por terem dificuldade em atingi-lo realmente, além de saberem o quanto isso é importante para o parceiro. "Dessa forma elas acreditam que irão mantê-los por mais tempo na relação amorosa", afirma Dr. Boechat.

Para muitos homens o orgasmo da companheira significa que ele é bom de cama. "Quando a companheira tem dificuldade em atingir ao clímax os rapazes passam a perder o interesse. Eles sentem-se culpados e costumam conceituá-las de frias, frígidas e ruins de cama" afirma o sexólogo. "Lamentavelmente o homem tem essa mania de desempenho construída sócio-historicamente em nossa cultura", completa.

Raphael Antoni Sabino, 32 anos, rompeu uma relação de dois anos por este tipo de mentira. "Descobri da pior maneira possível que minha ex-namora costumava fingir seus orgasmos. Certo dia ouvi uma conversa entre ela e sua melhor amiga. Durante o papo ela contava como me enganava", desabafou Raphael. O rapaz, na época com 28 anos, não quis saber das explicações da ex. "Ela deveria ter conversado comigo antes, depois da mentira não tem mais jeito", concluiu.

O sexólogo afirma que a melhor saída é conversar e explicar para o amado as suas dificuldades, assim vocês encontrarão uma alternativa juntos. "Diga como e o que você gostaria que ele fizesse. Fale que, embora não tenha orgasmo em todas as  relações sexuais, é muito prazeroso estar com ele. Juntos vocês vão descobrir novos prazeres, novas posições, tipos de carícias e fantasias que melhoram a prática sexual", recomenda Dr. Boechat.

O senso comum diz que a mulher tem mais dificuldade em atingir ao orgasmo, mas isto não deve ser tomado como verdade inquestionável. "Caso a mulher frequentemente não tenha orgasmo ela deve procurar seu ginecologista para verificar as dosagens hormonais e buscar um psicólogo e sexólogo para trabalhar as crenças, mitos e tabus que estão atrapalhando essa soltura", recomenda Boechat. Segundo ele, orgasmo é soltura. Se a mulher não se entregar ao seu companheiro e aos prazeres que estão acontecendo será muito difícil chegar ao clímax.


Por Bianca de Souza (MBPress)

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Para comemorar o dia do sexo 2012 - Vale tudo entre 4 paredes?

Crédito da imagem:abruxinhadiz.


A sexualidade é algo muito natural e está presente na vida dos seres humanos desde bem cedo. Com o passar do tempo, ela ganha contornos adultos, resultando na sexualidade que conhecemos quando amadurecemos.  

Na infância, isso está relacionado ao simples prazer corporal, sem qualquer conotação com a sexualidade erotizada adulta. Ainda antes do final da infância, as crianças surgem com suas curiosidades, exploram as diferenças e descobrem tanto o seu corpo quanto o do outro, e assim já aprendem a tirar sensações do próprio corpo. Já na adolescência, ela está relacionada às primeiras experiências e descobertas, ainda mais complexas e elaboradas. Desse período em diante um longo caminho será percorrido até que a sexualidade de cada um se defina e se solidifique, alcançando a sofisticação adulta. 


Atingida a fase adulta, encontraremos infinitas variações e formas de cada um lidar com a própria sexualidade. As influências que geram o resultado final dessa complexa equação são muitas. Desde como viveram a sexualidade inicialmente, até influências familiares, culturais, religiosas, passando por traços de personalidade, escolha dos parceiros, experiências positivas ou negativas e assim por diante. 

Apesar da imensa variedade, existem certos tipos de comportamentos sexuais que são considerados mais comuns. Os criativos são aqueles que fogem da rotina, explorando possibilidades com seus parceiros, e que não apreciam repetição. Os românticos seriam os que precisam de calma, preliminares amorosas, precisam ter o seu tempo e o momento respeitados para que sintam acolhidos e realizados. Os passivos ficam à espera da manifestação do parceiro, mas, uma vez iniciado o ato sexual, podem tornar-se ativos e enérgicos. Existem aqueles fantasiosos, que fazem um uso maior de seus recursos mentais para imaginar cenários, lugares, personagens... Enfim, diversas fantasias sexuais. Existem os que são uma combinação de dois ou mais perfis, assim como existem outros que não foram citados, que seriam desdobramentos dos principais. 

Cada leitor poderá se identificar com as características descritas, assim como imaginar que existem muitas outras. O que queremos nesse artigo é mostrar que não existe um único jeito ou forma correta de ser, agir e pensar o sexo. Ele é tão variado quanto o comportamento humano, tão complexo quanto as emoções humanas e tão certo de existir quanto o ar que respiramos. Acontece que muitos se sentem na obrigação de ser como idealizam, como acreditam que o parceiro espera, como aprendeu ao longo da vida que deveria ser. Ao agir assim, corre-se o risco de perder a naturalidade, a espontaneidade e o sexo pode virar mais um desafio do que um prazer. 

É comum que alguns casais experimentem, inicialmente, um certo desencontro nesse assunto. Acontece em especial com pessoas que estejam presas a certas convicções, como as descritas acima. São pessoas inseguras que não se permitem viver o sexo como sabem, podem ou querem. Acreditam que é necessário se encaixar no que o outro espera e, ao invés de ter um momento de profunda alegria e prazer, acabam vivendo momentos de apreensão ou desconforto. 

Em razão disso tudo é importante que, como em qualquer outro assunto, o diálogo também esteja presente quando o tema for sexo. Não existem regras, apenas a necessidade em ouvir, falar, trocar e encontrar um meio para que os dois obtenham o máximo de alegria, conforto e prazer. Se o outro não compreendeu o que importa para você ou o que a deixa satisfeita, mostre, diga calmamente, sem raiva por ele não ter conseguido antecipar ou sem ressentimento por não ter percebido por conta própria. O ser humano é uma eterna caixa de surpresas e se nós mesmos nem sempre nos conhecemos tão bem e passamos a vida mudando, transformando e querendo coisas diferentes, não podemos assumir que o outro saberá o que pensamos. O sexo é algo que deve ser vivido com leveza e prazer, e por isso precisa ser cuidado com igual respeito e atenção que damos aos outros temas que compõem nossa vida.



Fonte: Por Dra. Juliana Amaral, consultora de relacionamento do Par Perfeito | Yahoo! Brasil – 17 horas atrás

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Quais são as causas mais comuns para divórcios?

Crédito da imagem: segurasepuder.blogspot.com

O casamento quase sempre começa como um mar de rosas, o casal plenamente apaixonado, fazendo juras de amor, planejando a vida a dois. É difícil de acreditar que em alguns anos toda a paixão possa se transformar em raiva e amargura e que justamente aquela qualidade que você via em seu parceiro possa ser o fator motivador de muitas brigas.

Dados divulgados pelo IBGE apontam que só em 2010, foram registrados nos cartórios 243.224 divórcios. Isso significa que 1,8 em cada mil brasileiros, com 20 anos ou mais, se divorciou legalmente no ano. De acordo com especialistas, as razões pelas quais os casamentos acabam são bastante comuns. Entenda aqui quais são as principais causas de divórcios.


Traição



Ligações de números desconhecidos, perfume nas roupas, atitudes estranhas. A traição é uma das causas mais recorrentes entre os casais que pedem o divórcio. De acordo com o advogado e presidente do Instituto Brasileiro de Direito da Família, Rodrigo da Cunha Pereira, a traição por si só não é um motivo para a separação, pois costuma vir sempre acompanhada de outras coisas, é uma consequência do que o casal vem passando que acaba acarretando em adultério e, muitas vezes, isso pode acabar com o casamento.



Dinheiro



Dinheiro na mão é vendaval, mas longe dela é briga das feias! A falta de dinheiro, excesso de gastos e até mentiras sobre aquela comprinha no cartão, podem fazer com que o casamento se desgaste aos poucos e até acabe em um divórcio com divisão de bens.




Violência doméstica



O assunto é sério e costuma gerar muitas separações. O advogado Rodrigo da Cunha Pereira afirma que a pessoa que sofreu de violência doméstica vê-se obrigada a deixar o parceiro, mas que, em alguns casos, essa é uma necessidade e não um desejo de se separar. A pessoa agredida, na maioria das vezes a mulher, entende que se não acabar com o casamento correrá o risco de novas agressões, sejam físicas ou psicológicas.



Educação dos filhos



Mãe, eu posso sair com o Arthur? Não, está tarde. Pai, deixa, vai?! Tudo bem, filha. Nem sempre é fácil chegar a um acordo no que diz respeito à formação dos filhos. Educar uma criança pode se tornar ainda mais difícil se não houver um acordo em pontos essenciais, como escolha da escola, níveis de liberdade e concessões. Isso faz com que o tema ainda seja apresentado como causa de divórcio no Brasil.



O parceiro não evolui



Você propõe novos cursos, mudança na aparência, planos de vida, mas quando vê, seu parceiro parece estar em outra sintonia! Às vezes, os dois reclamam da falta de uma mudança na postura do parceiro, sem perceber que algumas de suas atitudes também seguem inalteradas, mesmo com queixas recorrentes do companheiro. "Esta pode ser uma das razões mais profundas do divórcio, já que estamos sempre querendo mudar o outro, em vez de aceitar seus defeitos e aprender com eles", finaliza o advogado.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e bebida, diz pesquisa


Crédito da imagem: m24digital.com
O tabaco, substância presente no cigarro, e o consumo de bebidas alcoólicas sempre foram apontados como um dos principais fatores para desenvolvimento de câncer na região da garganta. Pois agora cientistas afirmam que o sexo oral ocupa o topo da lista entre os comportamentos de risco.
Pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriu que o vírus HPV atualmente é a principal causa da doença em pessoas com menos de 50 anos. O papiloma vírus humano pode provocar lesões de pele ou em mucosas. Existem mais de 200 variações com menores e maiores graus de perigo. Um deles é o causador de verrugas no colo do útero, consideradas lesões pré-cancerosas.
Homens com mais de 50 anos costumavam ser as principais vítimas do câncer de garganta. Principalmente aqueles com histórico de fumo e consumo de bebida alcoólica. Mas o problema tem crescido em faixas etárias mais baixas, e dobrou nos últimos 20 anos nos Estados Unidos em homens com menos de 50 anos devido ao vírus.
Outros países como Inglaterra e Suécia também identificaram aumento da doença devido ao HPV. Na Suécia, apenas 25% dos casos tinham relação com o vírus na década de 1970 e, agora, o índice chega a 90%, de acordo com uma das pesquisadoras, a professora Maura Gillison.
Segundo ela, alguém infectado com o tipo de vírus associado ao câncer de garganta tem 14 vezes mais chances de desenvolver a doença. "O fator de risco aumenta de acordo com o número de parceiros sexuais e especialmente com aqueles com quem se praticou sexo oral", afirmou a pesquisadora.
Os resultados do levantamento vão ao encontro de outros já feitos sobre o mesmo tema, como o realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Realizado no ano passado, o estudo apontou que pessoas que tiveram mais do que seis parceiros com quem praticaram sexo oral tinham nove vezes mais chances de desenvolver câncer de garganta. Nos que já haviam tido algum tipo de infecção provocada pelo HPV, o risco subia para 32 vezes.
Os médicos que realizaram o levantamento sugeriram que homens também sejam vacinados contra o vírus, como é recomendado para as mulheres. Em países como Inglaterra, meninas de 12 e 13 anos recebem a vacina contra HPV e, segundo dados, previne até 90% dos casos de infecções.
No Brasil, há dois tipos de vacinas disponíveis, contra os tipos mais comuns decâncer do colo do útero, mas o governo alerta que não há evidência suficiente da eficácia da vacina, o que só poderá ser observado depois de décadas de acompanhamento. O governo também recomenda a prática de sexo seguro como a melhor maneira de se prevenir.



sexta-feira, 17 de agosto de 2012

As diferenças entre as pílulas anticoncepcionais

Crédito da imagem: Blogamos.com

"A descoberta da pílula, sem dúvida, proporcionou uma mudança radical no comportamento e no estilo de vida da mulher, permitindo-lhe planejar a quantidade de filhos e o momento de tê-los, além de possibilitar sua inserção no mercado de trabalho e em atividades outrora privativas dos homens. Mas nós queremos mais. Queremos anticoncepção aliada a outros benefícios. E é justamente isso que as pílulas modernas fazem. Então vamos entender melhor essas vantagens.

As pílulas mais usadas são as que contêm dois tipos de hormônios: estrogênio e progesterona.

A dose do estrogênio e o tipo de progesterona variam e são responsáveis tanto pelos efeitos colaterais quanto pelos efeitos benéficos. O estrogênio é sempre o mesmo: etinilestradiol (EE).

As pílulas das nossas mães continham 100 µg de EE e por isso elas ganhavam peso e tinham muitos enjôos. Hoje, com o avanço da ciência, aliada à técnica farmacológica, conseguimos reduzir a dose do EE para até 15 µg, mantendo a mesma eficácia contraceptiva.

Quanto à dose do EE (estrogênio é sempre o mesmo: etinilestradiol ), temos pílulas de:

-média dosagem (35 µg),
- baixa dosagem (30 e 20 µg) e
- ultrabaixa dosagem (15 µg).

Nem sempre as pílulas de 15 µg são as melhores, pois muitas mulheres apresentam “sangramentos de escape” mais frequentemente com essa dose bem baixinha, e a adaptação pode ser mais demorada.
É ótimo para adolescentes e para aquelas que tiveram efeitos colaterais com doses habituais (ganho de peso, náuseas, dores de cabeça e dores mamárias)."

" É fácil saber qual dose você está tomando. É só olhar na embalagem. Outra diferença é quanto ao regime de tomada, já que as pílulas de 15 µg apresentam um regime de 24 dias de tomada e 4 dias de pausa (24/4), diferente da maioria, cujo regime é 21 dias de tomada e 7 dias de pausa (21/7). A única excessão é a pílula Yaz, que contém 20 µg, mas também apresenta esse regime 24/4.

A progesterona é a responsável pela diferença nos efeitos adicionais dos anticoncepcionais.

Uma das primeiras progesteronas utilizadas, e que se mantém no mercado até hoje, é o levonorgestrel, presente no Microvlar, Ciclo 21, Level. Trata-se de um progestágeno com ação mais androgênica, ou seja, mais similar aos hormônios masculinos.
Com isso, em algumas mulheres predispostas, pode haver mais oleosidade da pele, acne e excesso de pêlos; em contrapartida, pode ser uma boa combinação quando se trata de queda da libido pelo uso de pílulas.

Logo depois tivemos o desenvolvimento do gestodeno e do desogestrel, presente em uma infinidade de anticoncepcionais:

Gestodeno
– Femiane,
- Harmonet,
-Diminut,
-Micropil,
-Tamisa 20 e 30,
-Ginesse,
-Gynera, etc....

e Desogestrel:
-Mercilon,
-Mercilon conti,
-Gracial,
-Femina,
-Primera 20 e 30,
-Minian, etc.

São ótimas pílulas, bem toleradas pela maioria das mulheres, mantendo-se intermediárias em relação à ação androgênica, bom controle de peso e boa ação na pele. Associam-se a 20 ou 30 µg de EE.

A associação com 15 µg encontra-se nas pílulas Siblima, Mirelle, Minesse, Adoless, Mínima, Alexa.

Um progestágeno mais antigo e presente em várias pílulas em combinação com 35 µg de EE é o acetato de ciproterona (Diane 35, Selene, Diclin, Artemidis).
Tem uma ação anti-androgênica bem mais potente, por isso é muito usada (mas não exclusivamente) por mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos, onde as manifestações de acne, oleosidade de pele e excesso de pêlos são mais exuberantes."

"Como muitas mulheres se queixam de inchaços e ganho de peso com os anticoncepcionais, foi desenvolvida uma progesterona com ação anti-androgênica potente e ação diurética concomitante: a drospirenona, presente no Yasmin, Yaz e Elani ciclo.

A proposta é ótima ação na pele com boa manutenção de peso. A diferença é que Yasmin e Elani ciclo vêm combinadas com 30 µg de EE num regime de 21 /7 e o Yaz vem combinado com 20 µg de EE em regime de 24 /4.

Outra novidade no mercado é a progesterona clormadinona, presente no Belara. A proposta é uma boa ação anti-androgênica, com visíveis benefícios na pele sem alteração na libido. Vem associada a 30 µg de EE.

Todas as pílulas melhoram a quantidade de fluxo menstrual e cólicas. Algumas foram desenvolvidas especificamente para tratar Síndrome Pré-Menstrual, como Mercilon conti (além dos 21 comprimidos, apresenta mais 7 comprimidos com dose baixa (10 µg) de EE, evitando a variação hormonal brusca do período, melhorando os sintomas) e Yaz ( no regime de 24 dias, a drospirenona acaba agindo no organismo nos 4 dias de pausa, melhorando os sintomas).

Como vocês podem ver, há pílulas para todos os gostos e tipos de organismo, por isso aquela que serve para sua vizinha nem sempre é a melhor para você.

Para decidir qual é a melhor opção, discuta com seu médico os aspectos de pele, libido, cólicas, sintomas pré-menstruais e efeitos colaterais com uso de pílulas anteriormente e, pesando-se bem todos os efeitos, você vai encontrar uma que se adapta muito bem ao seu organismo."

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Homens ainda preferem as burras, diz pesquisa


A explicação da pesquisa é de que os homens têm medo das inteligentes



Segundo pesquisa americana, os homens ainda não acompanharam a evolução intelectual e social das mulheres e preferem as burras.

São Paulo - Nesses novos ares de emancipação sexual, de inclusão profissional e até do maior poder formal feminino, seria normal acreditar que essa nova mulher se valoriza na sociedade.
Com certeza, sim, mas não para os homens: eles ainda preferem as burras. Segundo pesquisa da Universidade de Texas-Austin, os homens preferem mulheres com ar estúpido e sonolento.
Num primeiro estágio, a pesquisa apurou que esse é o perfil ideal de mulher para relacionamentos casuais, de uma noite só. Mas numa segunda fase do estudo, apurou-se resultado semelhante para mulheres consideradas “para casar ou namorar”.
Uma das explicações sobre o motivo dessa preferência é que mulheres inteligentes não demostram ter abertura para uma aproximação ou mesmo ceder às pressões de uma cantada.
Com elas, o homem médio sente-se inseguro e impotente para convencê-la a ter encontros íntimos ou mesmo para ter um relacionamento de longo prazo. Se isso realmente se aplica aos homens médios, eles não sabem o que estão perdendo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O MAPA DO PRAZER FEMININO


Crédito da imagem: jardim e palavras

A CIÊNCIA IDENTIFICA AS ÁREAS DO CÉREBRO ATIVADAS DA EXCITAÇÃO AO CLÍMAX E ABRE NOVAS FRONTEIRAS PARA O TRATAMENTO DE DISFUNÇÕES SEXUAIS DA MULHER
por Monique Oliveira.


Entender o orgasmo é entender um pouco mais do cérebro. O ciclo que vai da excitação ao prazer não só exige muito de nossas fisiologia (respiração, batimentos cardíacos) como a ele se juntam visíveis marcadores de alterações psicológicas, como a breve perda da autoconsciência. Compreender o orgasmo feminino, então, é avançar mais significativamente nessa tarefa. Afinal, compreender a fundo a sexualidade da mulher sempre foi um desafio para ciência. Apesar das dificuldades, alguns estudos começam a descortinar esse processo. 

O psicólogo Barry Komisaruk, da Universidade de Rutgers (EUA). Com o auxílio de um aparelho de ressonância magnética, ele mapeou o que aconteceu no cérebro da terapeuta sexual Kayt Stukel do início da excitação sexual ao clímax. Komisaruk pretende usar as informações para tratar disfunções sexuais como a ausência de orgasmo (com um método em que a paciente possa ao mesmo tempo estimular seus órgãos genitais e assistir às reações de seu cérebro em tempo real). "Dessa forma, ela poderá tentar atingir as áreas estimulantes durante o ciclo sexual", disse à ISTO É Komisark.

O cientista verificou que o processo acionou 80 partes do cérebro. houve, por exemplo, atividade intensa do cérebro (cujo papel no sexo ainda não está esclarecido) e do sistema límbico (associado às emoções). No clímax, há grande circulação sanguínea em todo o cérebro, um sinal de que órgão está inteiramente mobilizado. Já a ativação do córtex pré frontal ocorre somente na excitação. A descoberta de que existe a estimulação dessa área foi a grande contribuição dessa área foi a grande contribuição de Komisaruk. A partir da informação, acredita-se que será possível desvendar o mecanismo por meio do qual fantasias sexuais (processadas nesta área) podem causar reações físicas.

O estudo evidenciou diferenças nos mecanismos que levam ao prazer vividos por homens e mulheres. No homem, por exemplo, não há ativação do córtex pré-frontal na excitação. "é provável que o homem e a mulher entrem no ciclo sexual de maneiras diferentes" explica JannikoGeorgiadis, da Universidade de Gronigen, na Holanda. Foi na instituição holandesa que o médico Gert Holestege levantou dados sobre o orgasmo masculino anos antes. Entre outras informações, ele mostrou que, no clímax masculino, ocorre o desligamento de algumas regiões do cérebro. já no estudo de Komisaruk, observou-se a ativação total do cérebro feminino.

Apesar das diferenças, há especialistas que discordam que a acada ativação de uma área sucede-se uma única resposta fisiológica. "O córtex pré-frontal, pro exemplo, é responsável por inúmeras funções" diz Martin Portner, neurologista especializado em sexualidade e autor de "A inteligência sexual". A teoria mais aceita é que haja ligações e desligamentos simultâneos, já que a excitação e o orgasmo estimulam estruturas que antes do estímulo estavam sob controle de outras. "esse efeito de controle precisa ser removido para que essas regiões sejam recrutadas para outro fim" explica Portner.  A desativação também seria a responsável pela momentânea perda de consciência. "Estruturas normalmente ligadas a decisões conscientes são praticamente desligadas no orgasmo"diz Georgiadis.

Juntamente com essas conexões e desligamentos, é possível que haja outras vias neurológicas para o prazer. Foi o que mostrou outro estudo de Komisaruk, que mapeou o cérebro de duas voluntárias tetraplégicas. Elas tinham interrompida a comunicação, via medula espinhal, entre o cérebro e o resto do corpo. E mesmo assim atingiram o orgasmo pela estimulação do clitóris e da vagina.

CÉREBRO E ORGASMO - O QUE JÁ SE SABE:

Homens>>> Durante a excitação do homem a área do cérebro que responde a estímulos visuais é a primeira a ser ativada. logo depois, essas informações vão sendo processadas por outras estruturas cerebrais também associadas à visão. À medida que o orgasmo se aproxima, observa-se a desativação de várias áreas cerebrias. No clímax, o cerebelo, órgão associado à função motora, é ativado. Sua função no sexo, orém, ainda é pouco conhecida.

Mulheres>>>  a primeira área acionada foi o córtex sensorial, área que interpreta as sensações. Nessa região, situada no córtex pré-frontal, também se processam outros aspectos da consciência como a autoavaliação e a empatia. Antes do orgasmo, quando os músculos vaginais começam a ficar mais tensos, p cerebelo e o córtex frontal são acionados simultaneamente. Do córtex, o sinal é enviado ao sistema límbico, que comanda emoções e também está associado a funções metabólicas do organismo. No clímax, o fluxo sanguíneo se intensifica por todo o cérebro, que é estimulado inteiramente.

RETIRADO: ISTO É - 30 novembro 2011- ano35 nº 2194

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