quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e bebida, diz pesquisa


Crédito da imagem: m24digital.com
O tabaco, substância presente no cigarro, e o consumo de bebidas alcoólicas sempre foram apontados como um dos principais fatores para desenvolvimento de câncer na região da garganta. Pois agora cientistas afirmam que o sexo oral ocupa o topo da lista entre os comportamentos de risco.
Pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriu que o vírus HPV atualmente é a principal causa da doença em pessoas com menos de 50 anos. O papiloma vírus humano pode provocar lesões de pele ou em mucosas. Existem mais de 200 variações com menores e maiores graus de perigo. Um deles é o causador de verrugas no colo do útero, consideradas lesões pré-cancerosas.
Homens com mais de 50 anos costumavam ser as principais vítimas do câncer de garganta. Principalmente aqueles com histórico de fumo e consumo de bebida alcoólica. Mas o problema tem crescido em faixas etárias mais baixas, e dobrou nos últimos 20 anos nos Estados Unidos em homens com menos de 50 anos devido ao vírus.
Outros países como Inglaterra e Suécia também identificaram aumento da doença devido ao HPV. Na Suécia, apenas 25% dos casos tinham relação com o vírus na década de 1970 e, agora, o índice chega a 90%, de acordo com uma das pesquisadoras, a professora Maura Gillison.
Segundo ela, alguém infectado com o tipo de vírus associado ao câncer de garganta tem 14 vezes mais chances de desenvolver a doença. "O fator de risco aumenta de acordo com o número de parceiros sexuais e especialmente com aqueles com quem se praticou sexo oral", afirmou a pesquisadora.
Os resultados do levantamento vão ao encontro de outros já feitos sobre o mesmo tema, como o realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Realizado no ano passado, o estudo apontou que pessoas que tiveram mais do que seis parceiros com quem praticaram sexo oral tinham nove vezes mais chances de desenvolver câncer de garganta. Nos que já haviam tido algum tipo de infecção provocada pelo HPV, o risco subia para 32 vezes.
Os médicos que realizaram o levantamento sugeriram que homens também sejam vacinados contra o vírus, como é recomendado para as mulheres. Em países como Inglaterra, meninas de 12 e 13 anos recebem a vacina contra HPV e, segundo dados, previne até 90% dos casos de infecções.
No Brasil, há dois tipos de vacinas disponíveis, contra os tipos mais comuns decâncer do colo do útero, mas o governo alerta que não há evidência suficiente da eficácia da vacina, o que só poderá ser observado depois de décadas de acompanhamento. O governo também recomenda a prática de sexo seguro como a melhor maneira de se prevenir.



sexta-feira, 17 de agosto de 2012

As diferenças entre as pílulas anticoncepcionais

Crédito da imagem: Blogamos.com

"A descoberta da pílula, sem dúvida, proporcionou uma mudança radical no comportamento e no estilo de vida da mulher, permitindo-lhe planejar a quantidade de filhos e o momento de tê-los, além de possibilitar sua inserção no mercado de trabalho e em atividades outrora privativas dos homens. Mas nós queremos mais. Queremos anticoncepção aliada a outros benefícios. E é justamente isso que as pílulas modernas fazem. Então vamos entender melhor essas vantagens.

As pílulas mais usadas são as que contêm dois tipos de hormônios: estrogênio e progesterona.

A dose do estrogênio e o tipo de progesterona variam e são responsáveis tanto pelos efeitos colaterais quanto pelos efeitos benéficos. O estrogênio é sempre o mesmo: etinilestradiol (EE).

As pílulas das nossas mães continham 100 µg de EE e por isso elas ganhavam peso e tinham muitos enjôos. Hoje, com o avanço da ciência, aliada à técnica farmacológica, conseguimos reduzir a dose do EE para até 15 µg, mantendo a mesma eficácia contraceptiva.

Quanto à dose do EE (estrogênio é sempre o mesmo: etinilestradiol ), temos pílulas de:

-média dosagem (35 µg),
- baixa dosagem (30 e 20 µg) e
- ultrabaixa dosagem (15 µg).

Nem sempre as pílulas de 15 µg são as melhores, pois muitas mulheres apresentam “sangramentos de escape” mais frequentemente com essa dose bem baixinha, e a adaptação pode ser mais demorada.
É ótimo para adolescentes e para aquelas que tiveram efeitos colaterais com doses habituais (ganho de peso, náuseas, dores de cabeça e dores mamárias)."

" É fácil saber qual dose você está tomando. É só olhar na embalagem. Outra diferença é quanto ao regime de tomada, já que as pílulas de 15 µg apresentam um regime de 24 dias de tomada e 4 dias de pausa (24/4), diferente da maioria, cujo regime é 21 dias de tomada e 7 dias de pausa (21/7). A única excessão é a pílula Yaz, que contém 20 µg, mas também apresenta esse regime 24/4.

A progesterona é a responsável pela diferença nos efeitos adicionais dos anticoncepcionais.

Uma das primeiras progesteronas utilizadas, e que se mantém no mercado até hoje, é o levonorgestrel, presente no Microvlar, Ciclo 21, Level. Trata-se de um progestágeno com ação mais androgênica, ou seja, mais similar aos hormônios masculinos.
Com isso, em algumas mulheres predispostas, pode haver mais oleosidade da pele, acne e excesso de pêlos; em contrapartida, pode ser uma boa combinação quando se trata de queda da libido pelo uso de pílulas.

Logo depois tivemos o desenvolvimento do gestodeno e do desogestrel, presente em uma infinidade de anticoncepcionais:

Gestodeno
– Femiane,
- Harmonet,
-Diminut,
-Micropil,
-Tamisa 20 e 30,
-Ginesse,
-Gynera, etc....

e Desogestrel:
-Mercilon,
-Mercilon conti,
-Gracial,
-Femina,
-Primera 20 e 30,
-Minian, etc.

São ótimas pílulas, bem toleradas pela maioria das mulheres, mantendo-se intermediárias em relação à ação androgênica, bom controle de peso e boa ação na pele. Associam-se a 20 ou 30 µg de EE.

A associação com 15 µg encontra-se nas pílulas Siblima, Mirelle, Minesse, Adoless, Mínima, Alexa.

Um progestágeno mais antigo e presente em várias pílulas em combinação com 35 µg de EE é o acetato de ciproterona (Diane 35, Selene, Diclin, Artemidis).
Tem uma ação anti-androgênica bem mais potente, por isso é muito usada (mas não exclusivamente) por mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos, onde as manifestações de acne, oleosidade de pele e excesso de pêlos são mais exuberantes."

"Como muitas mulheres se queixam de inchaços e ganho de peso com os anticoncepcionais, foi desenvolvida uma progesterona com ação anti-androgênica potente e ação diurética concomitante: a drospirenona, presente no Yasmin, Yaz e Elani ciclo.

A proposta é ótima ação na pele com boa manutenção de peso. A diferença é que Yasmin e Elani ciclo vêm combinadas com 30 µg de EE num regime de 21 /7 e o Yaz vem combinado com 20 µg de EE em regime de 24 /4.

Outra novidade no mercado é a progesterona clormadinona, presente no Belara. A proposta é uma boa ação anti-androgênica, com visíveis benefícios na pele sem alteração na libido. Vem associada a 30 µg de EE.

Todas as pílulas melhoram a quantidade de fluxo menstrual e cólicas. Algumas foram desenvolvidas especificamente para tratar Síndrome Pré-Menstrual, como Mercilon conti (além dos 21 comprimidos, apresenta mais 7 comprimidos com dose baixa (10 µg) de EE, evitando a variação hormonal brusca do período, melhorando os sintomas) e Yaz ( no regime de 24 dias, a drospirenona acaba agindo no organismo nos 4 dias de pausa, melhorando os sintomas).

Como vocês podem ver, há pílulas para todos os gostos e tipos de organismo, por isso aquela que serve para sua vizinha nem sempre é a melhor para você.

Para decidir qual é a melhor opção, discuta com seu médico os aspectos de pele, libido, cólicas, sintomas pré-menstruais e efeitos colaterais com uso de pílulas anteriormente e, pesando-se bem todos os efeitos, você vai encontrar uma que se adapta muito bem ao seu organismo."

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Homens ainda preferem as burras, diz pesquisa


A explicação da pesquisa é de que os homens têm medo das inteligentes



Segundo pesquisa americana, os homens ainda não acompanharam a evolução intelectual e social das mulheres e preferem as burras.

São Paulo - Nesses novos ares de emancipação sexual, de inclusão profissional e até do maior poder formal feminino, seria normal acreditar que essa nova mulher se valoriza na sociedade.
Com certeza, sim, mas não para os homens: eles ainda preferem as burras. Segundo pesquisa da Universidade de Texas-Austin, os homens preferem mulheres com ar estúpido e sonolento.
Num primeiro estágio, a pesquisa apurou que esse é o perfil ideal de mulher para relacionamentos casuais, de uma noite só. Mas numa segunda fase do estudo, apurou-se resultado semelhante para mulheres consideradas “para casar ou namorar”.
Uma das explicações sobre o motivo dessa preferência é que mulheres inteligentes não demostram ter abertura para uma aproximação ou mesmo ceder às pressões de uma cantada.
Com elas, o homem médio sente-se inseguro e impotente para convencê-la a ter encontros íntimos ou mesmo para ter um relacionamento de longo prazo. Se isso realmente se aplica aos homens médios, eles não sabem o que estão perdendo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O MAPA DO PRAZER FEMININO


Crédito da imagem: jardim e palavras

A CIÊNCIA IDENTIFICA AS ÁREAS DO CÉREBRO ATIVADAS DA EXCITAÇÃO AO CLÍMAX E ABRE NOVAS FRONTEIRAS PARA O TRATAMENTO DE DISFUNÇÕES SEXUAIS DA MULHER
por Monique Oliveira.


Entender o orgasmo é entender um pouco mais do cérebro. O ciclo que vai da excitação ao prazer não só exige muito de nossas fisiologia (respiração, batimentos cardíacos) como a ele se juntam visíveis marcadores de alterações psicológicas, como a breve perda da autoconsciência. Compreender o orgasmo feminino, então, é avançar mais significativamente nessa tarefa. Afinal, compreender a fundo a sexualidade da mulher sempre foi um desafio para ciência. Apesar das dificuldades, alguns estudos começam a descortinar esse processo. 

O psicólogo Barry Komisaruk, da Universidade de Rutgers (EUA). Com o auxílio de um aparelho de ressonância magnética, ele mapeou o que aconteceu no cérebro da terapeuta sexual Kayt Stukel do início da excitação sexual ao clímax. Komisaruk pretende usar as informações para tratar disfunções sexuais como a ausência de orgasmo (com um método em que a paciente possa ao mesmo tempo estimular seus órgãos genitais e assistir às reações de seu cérebro em tempo real). "Dessa forma, ela poderá tentar atingir as áreas estimulantes durante o ciclo sexual", disse à ISTO É Komisark.

O cientista verificou que o processo acionou 80 partes do cérebro. houve, por exemplo, atividade intensa do cérebro (cujo papel no sexo ainda não está esclarecido) e do sistema límbico (associado às emoções). No clímax, há grande circulação sanguínea em todo o cérebro, um sinal de que órgão está inteiramente mobilizado. Já a ativação do córtex pré frontal ocorre somente na excitação. A descoberta de que existe a estimulação dessa área foi a grande contribuição dessa área foi a grande contribuição de Komisaruk. A partir da informação, acredita-se que será possível desvendar o mecanismo por meio do qual fantasias sexuais (processadas nesta área) podem causar reações físicas.

O estudo evidenciou diferenças nos mecanismos que levam ao prazer vividos por homens e mulheres. No homem, por exemplo, não há ativação do córtex pré-frontal na excitação. "é provável que o homem e a mulher entrem no ciclo sexual de maneiras diferentes" explica JannikoGeorgiadis, da Universidade de Gronigen, na Holanda. Foi na instituição holandesa que o médico Gert Holestege levantou dados sobre o orgasmo masculino anos antes. Entre outras informações, ele mostrou que, no clímax masculino, ocorre o desligamento de algumas regiões do cérebro. já no estudo de Komisaruk, observou-se a ativação total do cérebro feminino.

Apesar das diferenças, há especialistas que discordam que a acada ativação de uma área sucede-se uma única resposta fisiológica. "O córtex pré-frontal, pro exemplo, é responsável por inúmeras funções" diz Martin Portner, neurologista especializado em sexualidade e autor de "A inteligência sexual". A teoria mais aceita é que haja ligações e desligamentos simultâneos, já que a excitação e o orgasmo estimulam estruturas que antes do estímulo estavam sob controle de outras. "esse efeito de controle precisa ser removido para que essas regiões sejam recrutadas para outro fim" explica Portner.  A desativação também seria a responsável pela momentânea perda de consciência. "Estruturas normalmente ligadas a decisões conscientes são praticamente desligadas no orgasmo"diz Georgiadis.

Juntamente com essas conexões e desligamentos, é possível que haja outras vias neurológicas para o prazer. Foi o que mostrou outro estudo de Komisaruk, que mapeou o cérebro de duas voluntárias tetraplégicas. Elas tinham interrompida a comunicação, via medula espinhal, entre o cérebro e o resto do corpo. E mesmo assim atingiram o orgasmo pela estimulação do clitóris e da vagina.

CÉREBRO E ORGASMO - O QUE JÁ SE SABE:

Homens>>> Durante a excitação do homem a área do cérebro que responde a estímulos visuais é a primeira a ser ativada. logo depois, essas informações vão sendo processadas por outras estruturas cerebrais também associadas à visão. À medida que o orgasmo se aproxima, observa-se a desativação de várias áreas cerebrias. No clímax, o cerebelo, órgão associado à função motora, é ativado. Sua função no sexo, orém, ainda é pouco conhecida.

Mulheres>>>  a primeira área acionada foi o córtex sensorial, área que interpreta as sensações. Nessa região, situada no córtex pré-frontal, também se processam outros aspectos da consciência como a autoavaliação e a empatia. Antes do orgasmo, quando os músculos vaginais começam a ficar mais tensos, p cerebelo e o córtex frontal são acionados simultaneamente. Do córtex, o sinal é enviado ao sistema límbico, que comanda emoções e também está associado a funções metabólicas do organismo. No clímax, o fluxo sanguíneo se intensifica por todo o cérebro, que é estimulado inteiramente.

RETIRADO: ISTO É - 30 novembro 2011- ano35 nº 2194

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Médicos espanhóis fazem reconstrução completa de pênis

penis_cirurgia
por Gabriela Torres, de Barcelona, da BBC Brasil -terça-feira, 10 de junho de 2008


Uma equipe multidisciplinar de médicos especialistas espanhóis conseguiu realizar a reconstrução completa de um pênis, após vários anos de preparação.

A microcirurgia, considerada “inovadora”, não somente recupera o pênis esteticamente, como também possibilita a recuperação de todas as funções fisiológicas, inclusive a capacidade de urinar de pé, ejacular e ter orgasmos.

O grupo, formado por urologistas, andrologistas e cirurgiões da Fundación Puigvert e do Hospital de Sant Pau, em Barcelona, vinha analisando a possibilidade de realizar uma intervenção deste tipo, mas estavam aguardando o candidato adequado.

O escolhido foi um imigrante senegalês de 26 anos que teve o órgão amputado na Costa do Marfim. Ele teria sido selecionado pois teve o pênis amputado com um corte de facão e não teve os testículos removidos pelos agressores.

“Quando ele veio nos pedir ajuda, em janeiro deste ano, nos demos conta de que ele era a pessoa que estávamos procurando e propusemos a operação sem custo nenhum”, disse à BBC Mundo Eduard Ruiz Castañe, diretor de Andrologia da Fundación Puigvert.

Antebraço

Segundo Castañe, o êxito da operação se deve ao grupo de especialistas que participou da cirurgia, que incluiu uma união vascular, além de nervosa.

A reconstrução do membro foi feita com tecido subcutâneo do antebraço do paciente, região do corpo com características similares a do pênis.

O nervos que foram unidos à parte amputada e que garantem a sensibilidade do membro, também foram retirados do antebraço.

A cirurgia demorou dez horas e incluiu também a reconstrução da glande.

O médico explica que, além das semelhanças com o pênis, “normalmente se utiliza a área do antebraço para esse tipo de procedimento porque ali é a região do corpo do homem com menos pêlos”. Castañe explica que, no caso do paciente, foi feita uma depilação a laser antes da cirurgia para garantir que a região estaria completamente sem pêlos.

A região do antebraço extraída para a reconstrução do pênis foi substituída por tecidos de um músculo.

Espera

O paciente, que está se recuperando da cirurgia, deve esperar seis meses para começar a desfrutar da sensibilidade do novo membro, que pode variar entre 30% e 90%.

Assim que a sensibilidade for recuperada, os especialistas poderão colocar uma prótese hidráulica para que o paciente possa ter uma vida sexual plena, com penetrações e ereções.

Segundo Castañe, apesar de ainda estar em recuperação, o paciente já está mais animado. Ele conta que, antes da operação, o jovem era introvertido e demonstrava sinais de depressão.

“Fizemos com que o paciente voltasse a ficar contente”, conta.

O médico afirma ainda que, apesar de a equipe que realizou a cirurgia não ter um psicólogo, ele não descarta a possibilidade de incluir um especialista deste gênero no grupo.

Evolução

Os especialistas afirmam que pretendem continuar a realizar operações deste tipo, mas querem trabalhar com casos que tenham características mais relacionadas com os espanhóis. Segundo eles, a primeira cirurgia foi feita com um paciente considerado “perfeito” para a operação para que a equipe obtivesse melhores resultados.

Um desafio diferente seria, por exemplo, a reconstrução completa do pênis de um paciente que tenha perdido o órgão como conseqüência de um câncer.

Estes casos seriam possivelmente mais complexos, porque os pacientes seriam homens com mais idade e um estado de saúde mais precário”, disse Castañe. “Esperamos que os resultados tenham tanto êxito”.

Outro passo na evolução desse tipo de intervenção cirúrgica seria fazer com que o pênis de uma mulher transexual tivesse sensibilidade depois de uma operação de mudança de sexo.

“O que está claro é que, para poder evoluir, esse mesmo grupo deve continuar a realizar esse tipo de intervenção”, concluiu o especialista.

Retirado de: http://integras.blogspot.com/2008/06/mdicos-espanhis-fazem-reconstruo.html

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

ABC das preliminares - letras X e Z


 
Xampu. Na hora do banho, como uma massagem tailandesa, espalhe xampu pelo corpo do parceiro para desliar o seu e despertar as zonas erógenas. O toque de pele molhada é muito excitante e estimulante para ambos.

Zoar com a fantasia do seu par pode acabar com o clima na hora da transa, por isso, por mais que ache estranha a preferência, tente disfarçar. Se não quiser satisfazê-la, proponha outra brincadeira ou diga que poderão realizá-la outra hora. Assim, você evita constrangimentos.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

ABC das preliminares - letras T, U e V

crédito da imagem: cmfro
Tateie o corpo do par num ambiente bem escuro. Use apenas as mãos para descobrir cada pedacinho do corpo e deixe que faça o mesmo com você. Mas se sempre transam no escuro, aproveite para fazer amor de manhã ou com luz acesa.

crédito da imagem: saúde. terra 
Use os pés para massagear o corpo do seu par, assim dá para sair da rotina, além de ser muito excitante para os dois.

Crédito da imagem: estilo.uol
Variar o local de transa também pode ser um grande estímulo. Se sempre fazem sexo no quarto, experimentem outros cômodos da casa ou façam uma visita ao motel. O tesão será muito maior!

Amanhã é a última postagem sobre o ABC das preliminares, espero que gostem das dicas.

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